quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O amor em tempos de medo


(clique na imagem pra ampliar) 

Não é muito difícil perceber, olhando os posts antigos desse blog, que eu sou uma pessoa apaixonada por infográficos legais, criativos, detalhistas. Então, eis que eu acho um infográfico incrível que fala sobre…paixão. Tem como não postar?

O fato é que o infográfico acima levanta algumas questões interessantes. Uma delas é sobre os relacionamentos que se desenvolvem na atualidade. Desde os clássicos amores por um professor ou colega de trabalho, até as "inovadoras" e improváveis paixonites por seu traficante ou seu stalker, dá realmente pra pensar que hoje não há absolutamente nenhuma regra pra relacionamentos. E o que era estranho um dia pode ser considerado super normal agora, como mostra também a ilustração abaixo.


Outra constatação que dá pra se fazer a partir desse infográfico é sobre sua ideia principal. Repare, ele começa com a pergunta "Can we date?". É divertido, alguns conselhos que os autores dão fazem sentido e deveriam mesmo ser seguidos por pessoas que se encontram nas situações descritas. Mas trazendo o assunto pra um plano mais real, será que a gente não está se protegendo muito, se perguntando se um relacionamento deve ir adiante ou não, e se privando fazer o que a gente quer simplesmente por medo?

Não sei, talvez esse seja apenas um ponto de vista meu, e nesse ponto vale ressaltar, eu sou muito um pouco teimosa. Não gosto muito de receber conselhos, e nem sempre sigo os que recebo. Gosto de me guiar pela minha própria cabeça, mesmo que isso signifique quebrar a cara por ter feito a coisa errada. Mas sabe, não dá uma agonia pensar que, com medo de quebrar a cara, o coração, enfim, sair machucado, tem gente com medo de entrar em relacionamentos que poderiam dar super certo?

Recentemente, uma amiga minha passou por essa situação. De gostar de um cara, querer ficar com ele, mas viver no drama mexicano quero-mas-não-sei-se-devo, porque já errou muito no amor. Tá certo que ter dedo podre não deve ser fácil mesmo, e tá certo também que a minha opinião é de uma pessoa jovem, inexperiente e um tanto romântica. Mas gente, será que dói seguir um pouco os ensinamentos do genial Lulu Santos e adotar um "vamos nos permitir" quando vale a pena? Afinal, a gente é jovem, se não errar agora, vai errar quando? E se não pastar muito no campo amoroso, como vai poder contar histórias de namoros fail quando tiver uma filha (é, minha mãe me deu uma educação pouco ortodoxa, haha)?

Enfim, essa foi uma pequena reflexão sobre o amor nos dias atuais. E, permita-me uma pequena sugestão (não é um conselho, veja bem, haha) pra terminar o post. Se você que estiver lendo esse texto agora for Robert Pattinson ou Woody Allen, por favor, dê uma olhada no infográfico. Tem mensagens super válidas pra vocês lá. Se você não for nenhum deles, dê uma olhada também. Pra rir, pra se distrair e pra pensar nos rumos que sua consciência e sua razão e emoção estão te levando na vida. Às vezes é bom. E necessário.

E bom, chega de blablabla, né. Dá licença que eu vou ali tentar a sorte. No amor, nos relacionamentos em geral, na vida. Quebrar a cara, talvez sim, talvez não. Mas sempre com a certeza que eu fiz o que tive vontade, e segui os ensinamentos dos não tão geniais Menudos: não me reprimi ;)

Nenhum comentário:

Postar um comentário