segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

SAG Awards - Os (lindos!) looks do Red Carpet

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Responda essa: se você, que até gostaria, mas não tem uma vida social muito incrível pra poder ir à SPFW ver o Ashton, está em casa, num domingo à noite, sem muito o que fazer, a melhor opção é:
a) dormir, porque agora você quer fazer a saudável e tá indo ao parque caminhar toda manhã
b)assistir BBB
c) se desdobrar pra assistir o BBB e ler os comentários no twitter
d) ligar a tv às 21h, assistir o Red Carpet do SAG, assistir o SAG, ficar pulando os canais da tv durante os comerciais pra ver o BBB, acompanhar os tweets dos dois eventos, ficar procurando fotos dos looks das celebs, começar a fazer as montagens e, só muuuito depois, ir dormir pra acordar zumbi no outro dia

Se você respondeu D, parabéns, você tem o mesmo nível anormal de vida que eu! Hahaha, esses domingos da Award Season ainda me deixam louca (e com uma tendinite que tá me matandooo!!)

Bom, mas o resultado final disso é o já rotineiro post aqui no Clueless com os melhores looks do Red Carpet. O SAG (Screen Actors Guild, premiação que premia atores, votados pela própria comunidade artística) desse ano teve até um saldo muito bom, gostei bastante de vários vestidos. Dá uma olhada neles:



Eu sempre digo que de vez em quando rola um inconsciente coletivo nas pessoas que fazem com que elas, por exemplo, vão à mesma festa com o mesmo tipo de vestido. Quer exemplo maior que esse, em que 11 entre 10 famosas usaram tomara que caia no SAG? Haha, exagero meu à parte, apesar de estar quase todo mundo no mesmo modelo, achei as escolhas bem acertadas. Natalie Portman não tá uma grávida estilo Heidi Klum, mas já melhorou bem em comparação ao Globo de Ouro e o degradê da Julia Stiles me encantou imensamente. E, por favor, alguém me dá esse McQueen da Mila Kunis pra eu usar, assim, todo dia? *------*


E como nem tudo é tomara-que-caia e lindo nessa vida, o SAG também teve suas exceções. Mas também achei que as moças que não usaram tomara que caia mandaram bem. Lea Michele, sempre linda, dessa vez veio com esse bem sequinho, brilhante e bonito vestido, Amber Riley ahazando nas curvas (nesse vestido super difícil de se mexer, coitada) e Helena Bonham Carter, veja só, veio com um modelo até que super comportado, pros padrões um-sapato-de-cada-cor dela! ;P


Achei que o nível de bom gosto dos looks subiu bem do Globo de Ouro pro SAG, né? Se continuar subindo assim até o Oscar, já tô até imaginando quão histérico, hiperativo e incrível vai ser meu domingo do dia 27/02. Ai, minha tendinite! ;)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O que eu fiz nas férias

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Até uns três anos atrás, esse seria um dos dias mais deprimentes do ano. A última sexta-feira de janeiro significava, automaticamente, o fim das férias e o começo iminente de um novo ano letivo.

Não que eu estivesse amaando minhas férias, longe disso. Férias sempre foram um período bem bipolar da minha vida. São até hoje. Por um lado, eu adoro não ter preocupação alguma com trabalhos, poder ver os filmes e ler os livros que eu queria e não tinha tempo e prestigiar o trabalho da galera que programa o Corujão todas as noites, com o fuso horário da madrugada mode on. Por outro lado, chega uma hora em que tomar sol só pela televisão gera um sentimentozinho de culpa por não estar aproveitando mais, e ver todo mundo viajando e se divertindo dá uma depressãozinha quando você, a polemizadora do verão (não curto entrar no mar, passo protetor 60 pra não me bronzear e tenho horror a trilhas na mata atlântica e contato muito íntimo com a natureza selvagem. é, pode me olhar torto, eu entendo), não consegue "curtir a vida adoidado" do mesmo jeito. É, eu nunca disse que era normal.

Mas, o pavor mesmo da volta às aulas é saber que, logo no primeiro dia, na primeira aula, alguma professora pentelha vai chegar e mandar todo mundo fazer a famigerada redação "O Que Você Fez Nas Férias". E olha que eu sempre gostei de escrever. Na primeira série, fui tão bem num concurso de redação que ganhei o 1º E o 2º lugar, não me pergunte como. Mas sério, o que a gente faaz quando tudo que tem para escrever nessa redação é: "Nas minhas férias, eu fui pra praia e fiquei fazendo palavras cruzadas" nunca aconteceu? Chora? Faz bullying na professora? Abandona a escola e vai vender algodão-doce na pracinha?

E o mais irônico é que, depois que você já terminou o colégio, depois que a última sexta-feira de janeiro não é o dia mais odiado do ano (uma vez que, na faculdade, as coisas são mais vagais e suas aulas só começam no meio de fevereiro), é aí que aparece uma história capaz de preencher a folha de redação da escola. E é para essas e outras que a gente tem blog, né? Decidi, então, contar essa pequena historinha aqui. Não se empolgue, não é nada genial. mas minhas amigas deram risada, e eu espero que, esteja você voltando às aulas ou não, ela consiga te fazer rir e até refletir um pouquinho:


Bom, estava eu, andando com meus pais pelo centro de Caraguatatuba, cidade do litoral de São Paulo onde a gente vai quando quer ver a praia, quando decidimos parar numa sorveteria pra tomar um milkshake. Escolhemos os sabores e meu pai foi lá fazer o pedido. Sentamos nas mesinhas de rua, e a mesinha ao lado me chamou a atenção.

Era um grupo de quatro amigas e um jeans viajante, uns 15 anos, três delas vestidas normalmente com o melhor da moda praiana (cabelo meio aloirado, brincos e pulseiras rústicos e vestidinhos estampados com a cara do verão) e uma vestida como se tivesse saído de um show do Restart (headband, tênis flúor e uma Capricho na mão). Porém, não era ela que se destacava, mas uma de suas amigas, que chorava copiosamente. Mas muito mesmo. Sério risco de desidratação.

Eu sentei, vi a cena e de cara achei que era por causa de homem. Ela provavelmente havia acabado de descobrir que amor de praia não sobe a serra e blablabla. Fiquei com dó, mas ao mesmo tempo, ri com o canto dos lábios, pensando "ah, a adolescência" (falou a idosa, né). Logo depois, uma das amigas chegou com um milkshake de ovomaltine, e aí já me senti melhor por ela. Afinal, chocolate cura tudo, não é?

Não, não é. A menina continuou chorando, com o nariz mais vermelho do que nunca. Entre um soluço e outro, ela dizia coisas tipo "Eu nem queria ter vindo", "Meu pai vai falar um monte pra mim", "Ele vai dizer que eu não tenho atenção, que não dá pra confiar em mim". E em resposta a isso, a amiga Restart dizia "ih, o tanto que eu já ouvi do meu pai!" (se você ainda tinha dúvidas, ela era a transgressora do grupo, hahaha) e "e eu não sei como é? já perdi uma câmera".

Até aí, meu pai ainda não tinha chegado com meu milkshake de chocolate branco e eu já estava totalmente imersa na história tentando descobrir qual era o drama da Maria do Bairro de Caraguá. Excluí o drama amoroso da cena porque né, a amiga Restart não seria tão sarcástica pra comparar um namorado com uma câmera. Teria sido genial, mas não. Achei que ela tinha perdido um celular, um Ipod, sei lá. Aliás, nesse ponto da história, vale dizer que não só eu, mas boa parte das pessoas que passavam na rua olhavam pra menina, paravam na loja ao lado para, disfarçadamente, tentar ouvir o que tinha acontecido e fingiam que liam sua minha revista Gloss, mas, na verdade, se deliciavam com as lágrimas alheias (minha mãe).

Mas calma que a novela mexicana estava próxima de seu grande clímax. Após várias especulações acerca de onde ela havia perdido o objeto misterioso (foi no banheiro? não foi quando a gente tava limpando a casa? vê de novo se não tá na sua bolsa!) e citações que davam ideia do quanto o pai da menina devia ser uma pessoa serena (not), ela disse: "Se ele souber que eu perdi esses vinte reais".

Pausa. A menina estava chorando daquele jeito, chamando a atenção de todo mundo, porque havia perdido R$ 20. Vinte reais. Durma com essa, hein, professora que corrigiria minha redação.

Bom, daí que três coisas me ocorreram naquele momento, analisando a situação:

1) Alguém, por favor, dê um tapa na cara dessa menina, que é o que se faz com pessoas histéricas, que estão desesperadas/em choque e não param de chorar e/ou gritar?
2) As amigas são tão muquiranas assim que nem pra fazer uma vaquinha e dar os R$ 20 pra amiga surtada? Eu não tô nadando no dinheiro nem nada, mas acredito que se a amiga Restart juntasse uns headbands da colação dela pra vender na praia, dava pra conseguir a grana rapidinho.
3) Preciso contar essa história pra alguém. Postar no Clueless, quem sabe?

E aqui estou eu, na minha melhor redação O Que Eu Fiz Nas Férias depois do colégio. Nenhuma professora vai ler. Bem possível que nenhum colega meu das duas escolas em que estudei também. Mas, você que está lendo, pense nas coisas pequenas da vida. Não as felizes e lindas, mas as bobas e desnecessárias mesmo, como se acabar de chorar por R$20, algo que provavelmente você vai achar graça no futuro. Pra quê, né? Não precisa. De Maria do Bairro, já basta a Thalia :S

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Essa é a vida que eu quis


Classificados: implora-se por um emprego. Porque eu quero de verdade, porque já tá passando da hora de eu arrumar um e porque eu preciso desesperadamente de dinheiro para ingressos, transporte e hospedagem pra ir ao Rock in Rio! Oh, Santo padroeiro do Proletariado, faz alguém assinar a minha carteira de trabalho?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Trilhas Sonoras - Do Cinema para a Vida (e eu prometo nunca mais fazer um título tão brega quanto esse)

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Então que ontem saíram os indicados ao Oscar 2011 e eu não falei nada sobre isso. Shame on me.

Poréem, eu já tinha programado aqui esse post que fala sobre cinema. Sobre cinema e música. Não é difícil advinhar que eu estou falando de trilhas sonoras. Sobre aquela cena que se torna memorável por causa daquela música de fundo, sobre aquela coletânea de músicas que faz com que você se encante, enfim, sobre aquele detalhe essencial do filme que fez com que você entrasse na comunidade do Orkut "Queria que a vida tivesse trilha sonora". (You know you did, you know you did, you know you did)


Para ilustrar esta pequena amostra sobre o tema, escolhi aqui algumas das que eu considero as melhores trilhas sonoras já produzidas no cinema. Óbvio, é muito pessoal. Óbvio também, deixei muitas trilhas sonoras legais de fora. Mas enfim, prepare a pipoca, o guaraná, e curta a seleção de ótimas músicas incluídas em filmes igualmente indispensáveis:


Quase Famosos - Sim, essa sou eu, falando maais uma vez aqui no Clueless sobre um dos meus filmes preferidos (já falei dele aqui, aqui e aqui!). Mas a verdade é que, quando se fala sobre trilha sonora, é impossível ignorar Quase Famosos. Aliás, é impossível ignorar Cameron Crowe, o diretor do filme. Um dos editores mais importantes da história da Rolling Stone, dá pra ter uma ideia do imenso - e da melhor qualidade - conhecimento musical dele, né? Em Digam o que Quiserem (o filme dessa cena famosa aqui), o foco é na música dos anos 80; em Vida de Solteiro, o foco é totaal no rock do começo dos anos 90 (inclusive com participação do Pearl Jam no filme). E, em Quase Famosos, filme que conta a história de uma banda dos anos 70, a trilha sonora não poderia ser mais brilhante.

Da trilha sonora de Quase Famosos, ouça: Elton John - Tiny Dancer, Cat Stevens - The Wind e Stillwater - Fever Dog (a banda do filme!)


Juno - Juno é um filme indie. A trilha sonora não poderia ser diferente. Juno é um filme muito, muito bom. Mais uma vez, a trilha sonora não poderia ser diferente! Muitas das músicas foram sugeridas por Ellen page, a atriz principal, que inclusive canta uma musiquinha com Michael Cera no filme. E, de todas as trilhas sonoras que eu conheço, é difícil pensar em uma que se encaixe tão bem com a história, com os personagens, enfim, que seja tão a cara do filme quanto a de Juno.

Da trilha sonora de Juno, ouça: Anyone Else But You - Ellen Page e Michael Cera, Doll Parts - Hole e Belle & Sebastian - Piazza, New York Catcher


Pretty in Pink - John Hughes costuma colocar músicas bem marcantes em seus filmes (Don't You Forget About Me que o diga). Com Pretty in Pink não podia ser diferente. Trilha sonora bem eclética, de rock melancólico a Blues, de pop anos 80 a Elvis. E o mais importante: as músicas são as atrizes coadjuvantes mais importantes das cenas. Do tipo que você quase não reconhece se tirar o som do filme.

Da trilha sonora de Pretty in Pink, ouça: The Psychdelic Furs - Pretty in Pink, Otis Redding - Try a Little Tenderness e The Smiths - Please Please Please Let Me Get What I Want


500 Dias Com Ela - Definitivamente o filme com melhor trilha sonora dos últimos tempos. Sério, é sensacional. Daqueles que você ouve a música e não consegue descansar enquanto não descobre o nome, baixa e fica ouvindo no repeat como se não houvesse amanhã. Músicas perfeitas para cenas perfeitas de um filme genial. Sem mais comentários.

Da trilha sonora de 500 Dias Com Ela, ouça: Wolfmother - Vagabond, The Smiths - There's A Light That Never Goes Out, Hall and Oates - You Make My Dreams Come True


A Primeira Noite de um Homem - Se você quiser entender de verdade 500 Dias Com Ela, tem que assistir esse filme. A Primeira Noite de Um Homem é um filme do fim dos anos 60 com uma história bem interessante, personagens bem marcantes, com um enredo que gera boas discussões. E, como trilha sonora, não poderia ter melhores representantes: Simon & Garfunkel, que fizeram para o filme músicas que, mais do que ótimas, são ícones, da época, da dupla e do cinema.

Da trilha sonora de A Primeira Noite de um Homem, ouça: Simon and Garfunkel: Mrs. Robinson, The Sound of Silence e April Come She Will


Maria Antonieta - Assim como acontece com Cameron Crowe, Sofia Coppola também é um ótimo exemplo de diretores que sabem escolher as melhores músicas para servir de trilha sonora para seus filmes. Ela fez isso muito, muito bem em As Virgens Suicidas e Somewhere (que estreia essa semana, e no qual as cenas com trilha sonora são as melhores do filme). Mas o uso de trilha sonora mais brilhante dela foi, sem dúvida, em Maria Antonieta. Quer coisa mais inusitada do que colocar rock num filme que fala sobre a nobreza francesa do século 18? O resultado é demais, como você pode observar nesta cena.

Da trilha sonora de Maria Antonieta, ouça: Bow Wow Wow - I Want Candy, The Strokes - What Ever Happened e The Cure - Plainsong


De Repente 30 - É uma das comédias-românticas-filme-de-menininha mais legais de todos os tempos! A história da menina de 13 anos que deseja ter 30 e, magicamente, um dia acorda realmente com 30 anos, é recheada com o filé da música pop dos anos 80! E mesmo quem não viveu a época vai se empolgar com as cenas em que a protagonista canta e dança os clássicos da época, como Thriller, nessa cena hilária ;)

Da trilha sonora de De Repente 30, ouça: Madonna - Crazy For You, Pat Benatar - Love Is A Battlefield e Rick Springfield - Jessie's Girl




Pelas minhas contas, eu rodei uns mais 20 anos de cinema pra selecionar as melhores trilhas sonoras da cultura pop, né? E acho que aí tem trilha sonora pra várias horas de filme. Agora, minha sugestão é: faça valer aquele tempo que você desperdiçou na comunidade "Queria que a vida tivesse trilha sonora" e baixe todas as músicas pro seu MP3/Ipod. Não, sua vida não vai se transformar na vida da Maria Antonieta, ou da Juno. Mas vai por mim, o cotidiano fica muito mais legal (ou menos chato) com uma boa música te acompanhando ;)

Ah, e pra quem ficar com preguiça de ir procurar as músicas por aí, coloquei todas numa playlist (de acordo com a ordem em que as respectivas trilhas sonoras foram postadas). Enjoy :)


Ps: para quem está lendo o post do reader, é necessário entrar na página do blog pra ouvir a playlist ;)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Keep Calm and Love São Paulo

Então que hoje é aniversário da minha cidade. E a minha relação com ela é uma coisa assim, amor e ódio, entre tapas e beijos, uma complexidade total. Dessas que a gente só consegue descrever com um "alguma coisa acontece no meu coração".

E como São Paulo é assim, tão grande pra caber nas minhas palavras hoje, deixo minha singela homenagem apenas com algumas fotos que expressam bem o quanto essa cidade é irresistível:








São Paulo, São Paulo. Você não vale nada. Mas eu gosto de você.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Chega de falar de mim...

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Mentira, eu vou é começar esse post falando - só um pouquinho - sobre mim. E olha, vou começar logo soltando a bomba, porque coisas difíceis assim a gente deve dizer de uma vez só, pra não doer tanto, né. Vamos lá: eu não sou uma pessoa muito cult. É bem verdade que durante meus anos escolares eu carreguei a imagem de inteligente, "intelectual". Mas, é necessário considerar que: 1) Crianças de 6 a 13 anos não sabem definir muito bem o que é ser verdadeiramente um intelectual e 2) Devido ao fato de eu ser completamente desprovida de qualificações como beleza, simpatia e talento para esportes, ser inteligente meio que era minha única opção. E eu até que gostava de carregar esse "fardo", eu achava que era esse mesmo o meu papel no mundo. Ser um exemplo de conhecimento e saber para meus amiguinhos não-nerds. (Pode rir, é tosco mesmo)

Contudo, porém, todavia, um dia a realidade bate à nossa porta, né. Quando eu entrei na faculdade, percebi, por exemplo, que gostar de Beatles não era uma exceção, mas uma unanimidade entre pessoas mais ou menos da minha idade. E que ter lido mais de 20 livros da Agatha Christie não significava muito quando você não tinha lido nenhum Nietzsche ou Kafka. Não que faça muita diferença hoje, que eu efetivamente já li Niezsche, mas enfim. O objetivo é que você perceba o quanto a minha bagagem cultural aos 17 anos era risível aos olhos daqueles colegas que faziam coisas como filosofia na USP e, aos meus olhos, eram as pessoas (da minha faixa etária) mais cultas do mundo.

Claro que há muito de pseudo-intelectualidade aí. Sempre vai existir gente dizendo que gosta disso ou daquilo porque tem mais valor artístico, ou porque os críticos adoraram, enfim, porque é bonito se vangloriar assim. E olha, depois de muito pastar nessa vida me preocupando com o que os outros vão pensar, com o que eu devia fazer para ser apreciada/admirada/aceita, me desculpe, mas acho que tenho crédito acumulado para soltar um clichê: bonito mesmo é ter coragem pra admitir que, sabe-se lá por qual motivo, o destino te levou a um estado mental no qual você assiste filmes de John Hughes e acha que todos eles deviam ter ganhado Oscars, ou no qual você tem vontade de falar nas entrevistas de emprego que "um livro que você gostou" foi Harry Potter. Não sei porque a vida faz isso com a gente. Mas faz. E, na maioria dos casos, não dá pra voltar atrás.

Pois bem, nesse livro que eu li nessa semaninha em que fui viajar e sobre o qual vim falar aqui (sim, depois de muita enrolação), há uma frase no final que diz assim:
Diante de mim havia duas estradas
Eu escolhi a menos percorrida
E isso fez toda a diferença
Robert Frost
Como sonhadora sem limites que sou, tais palavras me tocaram de forma arrebatadora. E, depois de ler todo o livro, a realidade é que essa frasezinha é nada mais que a cereja em cima do (delicioso) bolo.

Chega de falar de mim... é a obra prima de Jancee Dunn (minha mais nova ídola), que conta suas memórias do jeito mais divertido e adorável que você possa imaginar. O livro é dividido e misturado por capítulos em que ela nos fala sobre sua vida pessoal, sua família incrível, sua adolescência numa cidadezinha de Nova Jersey e seus namorados fail e capítulos em que ela nos dá o deleite de saber mais sobre o trabalho de uma jornalista da revista Rolling Stone. Sim, esse é o dream job dela. E a cada página, a gente percebe que é realmente um trabalho sem igual. Porque né, onde mais você vai poder passar o dia nas montanhas com Brad Pitt e ver ele tocando air guittar (e ficar constrangida sem saber o que fazer), ou entrar no banheiro da Madonna, ou ter Bono Vox beijando sua mão durante uma gravação para a MTV (ela também foi VJ)? Não acontece todo dia.

Eu fiz toda aquela introdução para falar sobre esse livro porque tenho plena consciência de que ele não é nem um Nobel de literatura, nem um clássico milenar, nem um super best-seller. Mas é simplesmente o livro mais sensacional que eu li em muito, muito tempo. À cada linha, cada piada que Jancee faz, cada dica que ela dá para os wannabes que sonham em trabalhar com entretenimento (e que eu super levei pro lado pessoal, como se ela estivesse falando diretamente comigo, hehe), tive a sensação de "oh-meu-deus-que-coisa-genial", igual às que eu tive quando vi o episódio final da 1ª temporada de Glee, ou quando vi o filme Easy A, ou quando viciei na música de Cee Lo Green.

Enfim, eu escrevi esse post para tentar mostrar o quando eu amei o livro e achei incrível/indispensável/sim,estou obcecada. Não sei se consegui (para ajudar, tem o primeiro capítulo disponível em inglês pra quem quiser ter uma ideia aqui). Mas o que eu disse no início do texto ainda é válido: não sou uma pessoa cult. A cultura e a música pop, as comédias românticas, as séries voltadas ao público jovem, os livros de leitura leve, são essas as coisas que me encantam. Um blog em que eu falo sobre tudo isso, de maneira super despreocupada, sem textos rebuscados ou resenhas elaboradíssimas, com montagens sem noção e só com assuntos que eu gosto e que pouca gente na internet aborda do mesmo modo (se eu estiver errada, por favor, me apresentem essas pessoas!), é nisso que eu aposto e é isso que eu vou continuar fazendo.

Todos os dias, tento acreditar que é isso que pode fazer toda a diferença para mim. É essa a estrada menos percorrida que eu escolhi. Qual é a sua?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dançarinos entre nós

Uma das grandes críticas das pessoas que não gostam de musicais em relação à essas produções é que as músicas muitas vezes não são bem incorporadas à história. As personagens simplesmente estão numa cena corriqueira da vida e começam a cantar e dançar assim, do nada.

Foi essa a primeira coisa que me passou pela cabeça ao ver essa projeto fotográfico chamado "Dancers Among Us". São várias fotos que mostram exatamente isso: pessoas dançando em lugares e situações cotidianas da cidade de Nova York. Mas, ao contrário do que dizem os críticos de musicais, o projeto é muito, muito bom, e as fotos são incríveis:







Para ver as outras lindas fotos da série "Dance Among Us", clique aqui :)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Essa é a vida que eu quis


Rehab que eu não fazia há muito tempo: ficar totalmente sem internet, quase sem contato com o resto do mundo, num lugarzinho gostoso bem no interiorrrr. Deitar na grama e ver o tempo passar, quem curte? ;D

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Verão segundo Gossip Girl - Parte 2


Continuação do post de ontem, com o que há de melhor na moda em Gossip Girl, com pequenas dicas de como absorver as tendências na vida real:


Sim, eu sei que os dois posts ficaram gigantes e devem estar travando o computador de todo mundo que abre a página aqui. Mas o figurino de Gossip Girl é tão incrível e tão sonho que merecia uma "cobertura" assim, né? 

Para mais atualizações dos figurinos de Gossip Girl, é só seguir o Just Jared ou o Gossip Girl Brasil mais próximos :)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Verão segundo Gossip Girl - Parte 1


Que Gossip Girl é a série mais fashionista em atividade, todo mundo sabe. Que Blair, Serena e sua turma já inspiraram coleções de várias grifes e que as atrizes Leighton Meester e Blake Lively vivem saindo em capas de revistas em consequência da moda de suas personagens, também - Blake Lively é, inclusive, super amiguinha de Anna Wintour e é a mais nova garota propaganda da Chanel. Também não é novidade que o figurino de Gossip Girl foi até tema de um livro (sobre o qual eu já falei aqui)

Todas as temporadas, garotas de todo o mundo ficam babando nas ótimas combinações de roupas do elenco da série, e uma das coisas mais legais é que cada um tem seu estilo bem definido, sempre seguido com muito bom gosto. E nos começos de temporada, que sempre acontecem no verão, várias fotos promocionais surgem para instigar ainda mais essa nossa admiração quase que platônica pelos figurinos de calor das meninas.

Sim, eu disse "quase que platônica" porque, apesar de as roupas usadas na série serem praticamente todas haute couture, de grifes inacessíveis para meros mortais como a maioria de nós, a verdade é que dá para pegar ótimas ideias da série e adaptá-las ao cotidiano fast fashion brasileiro, ahaha. Para mostrar isso, fiz essas montagenszinhas com o melhor dos figurinos de Gossip Girl. Dá uma olhada:



Para não fazer um post enooorme - a e para não acabar com a graça toda de uma vez só - dividi as montagens em dois posts, o de hoje e o de amanhã. Então, para amanhã, está combinado: mais looks incríveis de Gossip Girl e mais ideias de como aproveitar as tendências de verão com o que há de disponível na moda brasileira ;)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Globo de Ouro - O que teve no Red Carpet

Você percebe que não é uma pessoa muito normal quando o relógio marca 20h de um domingo e você para tudo que tá fazendo (ou teria que fazer) pra ligar a tv no canal mais fútil do mundo (o querido E!) e assistir pessoas famosas desfilando por um tapete vermelho usando roupas caríssimas que você provavelmente nunca vai ter a oportunidade de ter. Mas né, quem resisteee a ver (e comentar muuuito) um Red Carpet com o status do Globo de Ouro??

Sim, porque o Globo de Ouro é quase que um pré-Oscar, o que significa que todas as maiores celebridades fazem questão de irem até lá pra gastar um pouco a sola de seus Louboutins. E, como acontece em todo bom evento, parece que algumas tendências fazem sucesso e são usadas por várias atrizes, de formas diferentes.

Separei, então, uma compilação dos melhores (ou nem tanto) looks do Red Carpet do Globo de Ouro, de acordo com as semelhanças entre si. Olha aí:



Me lembro de ter ouvido uma personal stylist comentando durante a transmissão que podíamos esperar vários vestidos nesses tons de vermelho e rosa. E a previsão se confirmou, né. E o melhor: tirando a Claire Danes, achei todos os vestidos um tanto ousados! Adorei Lea Michele (o tipo de vestido que quase todo mundo consideraria um erro) e Sofia Vergara.


Eu acho que, desde que o bege passou de cor-de-burro-quando-foge ao status de "nude", não tem um só red carpet que não tenha seu próprio time de vestidos desse tom. O Globo de Ouro, em particular, teve ótimoos exemplos! Diana Agron tá absolutamente linda (com um cabelo que eu queria usar pra sempre) e Emma Stone, toda trabalhada no minimalismo, também tava incrível.


Adoro quando a galere abusa do brilho nos eventos. Afinal, tirando o Carnaval, onde mais a gente pode usar um vestido todinho brilhante, né? E olha esse da Olivia Wilde, que coisa mais sonho, mais princesa Disney! hahaha, e Anne Hathaway, humilhandoo as mortais aqui? Sem mais, viu.


Mas é claaro que nem tudo é nude e tom pastel num Red Carpet. Tem sempre a galera que senta na manga, né, hahaha. É legal usar cores diferentes - vide os lindos vestidos de Mandy Moore, Juliane Moore e Angelina bleh Jolie. Mas sério, no sapato, usar uma cor só é o mais indicado, viu, Helena Bonham Carter? Heidi Klum também já teve dias melhores :S

Para terminar, é claro que nos red carpets da vida não têm só mulheres, né? Os caras mais gatos de Hollywood também deram uma passadinha por lá…


Para ver a lista completa dos vencedores do Globo de Ouro, só clicar aqui :)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Férias: o que fazer?

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Não sei você, mas para mim, quando chegam as férias, sempre tem uma sensação deliciosa de liberdade, de poder fazer só o que se tem vontade, de não ter que seguir regras e horários do dia-a-dia, enfim, de poder curtir a vida adoidado.

Mas aí, os dias vão passando, e se você não tem nada planejado para poder, efetivamente, curtir as suas férias, começa a dar uma angústia, um desesperozinho não muito legal por estar passando o verão sem ter nada parecido com as propagandas de cerveja e de sorvete, alegres e refrescantes, que a gente vê na tv. E é incrível como, bem nessas horas que a gente mais precisa de uma solução para as coisas, nenhum pensamento bom ou ideia genial passam pela nossa cabeça.

Então, para você que tá de férias, aqui vai uma ótima inspiração do que fazer nos dias livres. E para você que não está de férias, uma boa oportunidade para você sonhar um pouquinho, ou planejar suas próximas férias! ;)

Claro que essa inspiração toda vem do cinema, né? Há vários ótimos exemplos do que se fazer nos dias de folga nos filmes. Então, suponhamos que, sei lá, você queira usar suas férias para visitar a família:


Nos filmes, há vários bons exemplos de que visitar a família no interiorrr nas férias pode ser bem menos chato do que parece. Em Garden State, por exemplo, Andrew (Zach Braff), um cara bastante meio estranho, volta para sua cidade natal devido à morte de sua mãe. Mas esse fato se torna secundário quando ele começa a encontrar antigos colegas, conhecer novas pessoas (como Sam, a personagem de Natalie Portman) e resolver seus conflitos internos. Bem legal.

Tem também Tudo Acontece em Elizabethtown, e sobre este eu nem precisaria falar. É um filme de Cameron Crowe, com Orlando Bloom e Kristen Durst. Não tem como ser ruim. Mas, para complementar, tem um enredo muito bom sobre a família do personagem e é um daqueles filmes em que cada fala é praticamente uma lição de moral, dessas que poderiam facilmente ser reblogadas mil vezes nos tumblrs da vida.

E para quem curte um Nicholas Sparks, A Última Música é imperdível. Deixe de lado seu preconceito em relação à Miley Cyrus (sim, a Hannah Montana) e embarque junto com ela na história da garota revoltada com a vida que vai passar as férias na casa do pai, numa cidadezinha praiana. Lindo filme, uma das melhores histórias do autor de best-sellers como Dear John e Diário de uma Paixão. Ah, e só pra avisar, esse filme é possível causador de desidratação causada por choro excessivo. Sério.

Ou, de repente, você decide encarar uma road trip:


Fazer uma road trip é meio que uma vontade existente no interior de 10 entre 10 pessoas, né? Por que não se inspirar nas histórias dos filmes, tomar coragem, pegar o carro, pessoas que você gosta e sair por aí nem que for de São Paulo até a Praia Grande? Em Pequena Miss Sunshine, por exemplo, uma família nadaa normal atravessa o país numa kombi para realizar a vontade da filha caçula, Olive (Abigail Breslin), de participar de um concurso de beleza para crianças. Ótimo, ótimo filme.

Para quem tem uma cabeça mais idealista, mais politizada, o filme Diários de Motocicleta pode ser uma grande fonte de inspiração. Conta a história de dois amigos, Ernesto Guevara (o Che) e Alberto Granado, que saem numa viagem pela América Latina, conhecendo os lugares, as pessoas e a situação que a população vivia. E, além disso, a viagem era feita numa moto. Quer dizer, a história é, no mínimo, exótica e muito importante para entender o ideal de liberdade que motivou Che tempos depois.

E ideal de liberdade é, no fundo, o que mais representa uma road trip, né? Sendo assim, Thelma e Louise é o filme que melhor representa esse gênero de viagem. As duas amigas do título, entediadas com suas vidas caóticas, decidem passar alguns dias pegando estrada, e acabam enfrentando situações inesperadas. Se ainda não deu vontade de assistir, bônus: tem Brad Pitt no filme ;)

Mas, se você prefere a clássica viagem entre amigas…


A clássica viagem com as amigas é sempre uma boa pedida. Vide Vicky Cristina Barcelona, onde as amigas Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) vão passar férias em Barcelona, conhecem um Javier Bardem da vida, e aí, já viu né. Um dos mais recentes e melhores filmes de Woody Allen!

Se suas amigas forem rhycas, vale apostar também numa viagem um tanto excêntrica, como fizeram as meninas de Sex and the City ao irem para Abu Dhabi no segundo filme. A viagem ao oriente não é tão marcante quanto a viagem--pra-curar-fossa do primeiro filme, mas vale a pena pelas inúmeraaaas risadas! Afinal, todo mundo tem alguma amiga sem noção, porém muito querida, que faz a gente passar vergonha alheia na vida, né? hahah

E falando em viagem-pra-curar-fossa, quem lembra da viagem de Holly (Hilary Swank) após a morte do marido-sonho Gerry (Gerard Butler) em PS. Eu Te Amo? Ela e as amigas vão para a Irlanda e passam uma temporada lá toda planejada por ele. Quer dizer, a parte que elas estão num bote, no meio do lago, sai bem fora de qualquer planejamento, mas né, viagem sem perrengue não é viagem ;P

E ainda tem um outro tipo de viagem, talvez o melhor tipo:


O melhor tipo de viagem, para mim, é aquela em que a gente consegue, ao mesmo tempo, descansar, aprender, se renovar e curtir o lugar que a gente foi visitar. Maior prova disso é o filme Comer, Rezar, Amar, adaptação do livro que conta a história verídica de Eizabeth Gilbert, mulher insatisfeita com a vida que leva em Nova York que decide passar um ano sabático em lugares diferentes do mundo: Itália, Ind;ia e Indonésia. Em suma, a história é: deliciosa, inspiradora e altamente invejável. hahaha

No mesmo estilo "tirar férias da vida", Sob o Sol da Toscana é sobre a escritora Frances (Diane Lane), que depois de se divorciar do marido, resolve jogar tudo pro alto e ir morar na Toscana e ser vizinha do Totó . É claro que, nessa nova conjuntura, ela se encontra, e encontra também um cara que mexe com seus sentimentos.

E, saindo desse modelo, há uma outra história que também fala sobre uma viagem de auto-conhecimento, mas de uma forma bem diferente. Peixe Grande e Suas Histórias é um filme de Tim Burton, cujo personagem principal é um cara que resolve sair de sua cidadezinha para conhecer o mundo lá fora, conhecer as pessoas, ter experiências memoráveis. Tão memoráveis que, quando idoso, praticamente só o que ele faz é contar suas histórias fantásticas - e emocionar muito no final.


Enfim, seja qual for seu destino nas férias, vá de coração aberto. Eu digo isso porque viagem miada é comigo mesmo. Já passei tanto tempo emburrada e/ou irritada por não estar curtindo como eu gostaria que hoje consigo ver o quão idiota eu fui. Então, mesmo que suas férias não saiam como o planejado, mesmo que não dê pra pôr em prática as ideias dos filmes, tente aproveitar o máximo que for possível; seja numa viagem com a família para o meio do mato ou num bate-volta para a praia com gente pentelha.  Paciência. Os seus (e meus também) dias de Road Trip ainda estão por vir ;)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Essa é a vida que eu quis


No momento, é neste local e desse modo que eu me encontro. (Mentira, duvido que o litoral de São Paulo esteja com essa vista e com essa tranquilidade :S). Então, enquanto os posts estão programadinhos aqui, dá licença que eu vou ali beber uma água de coco e tentar diminuir um pouco esse meu bronzeado sol-de-geladeira ;)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Você ainda vai falar deles - As promessas da música para 2011 (Parte 2)


Como prometido, a continuação do post sobre os 10 artistas que têm grandes chances de se dar bem na música em 2011:


Para conhecer a música de Cee Lo Green, ouça: Fuck You, It's Ok, Bright Lights, Bigger City


Para conhecer a música de Rox, ouça: My Baby Left Me, I Don't Believe, No Going Back


Para conhecer a música de Jessie J, ouça: Do It Like A Dude, Mamma Knows Best, Rainbow


Para conhecer a música de Ellie Goulding, ouça: Starryed Eye, Under the Sheets, Your Song


Para conhecer a música de Two Door Cinema Club, ouça: Undercover Martyn, I Can Talk, Something Good Can Work


Como eu disse, brincar de vidente é algo que muito me agrada, mas a verdade é que é impossível prever se algum desses artistas vai mesmo ser a grande revelação do ano, ganhar todos os Grammys, VMAs e derivados, se vai ter uma música que vai tocar tanto que vai encher o saco (oi, I Gotta Feeling). O que dá pra saber é que todos aí, dentro de seus estilos, têm suas qualidades, e merecem fazer sucesso.

No mais, eu recomendo todos acima, e torço para que eu tenha acertado as previsões. Pelo menos uma, vai. E já aviso: vou cobrar pela divulgação afetiva daquele que ficar famoso, hein ;)