sexta-feira, 25 de março de 2011

Tendências que não entendo - O Retorno

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Devido aos milhares de emails que recebi sobre o assunto, vim aqui fazer mais um post Tendências que não entendo. Mentira, não recebi email nenhum. Mas, de fato, o assunto rendeu entre as amigas. Além dos comentários aqui, várias delas vieram me falar "nossa, eu usava isso", "nossa, como eu era brega", "nossa, eu não teria coragem de sair na rua com você se você estivesse usando um babuche!" (sim, minhas amigas são muito amor :P).

O fato é que o assunto rendeu além do esperado, e a gente foi lembrando de váaarias outras cafonices que já estiveram presentes em nossas vidas. Por isso resolvi fazer uma segunda edição deste post, que é praticamente um poço de mau gosto na moda. Mas, como já disse uma vez aqui, o espírito da vida tem que ser a arte de rir de si mesmo. Então, se você curtia alguma dessas tendências incompreensíveis abaixo, vamos rir da nossa desgraça juntas. Se não...bom, então ria só da minha desgraça mesmo ;P


Todo mundo surfistinha


Imagens do Editorial "Peixe Fora D'Água", da edição 930 da Capricho (2003). Clique pra ampliar

Não, eu não tô falando da Bruna. Tô falando da Fernanda, da Nathália, da Letícia, enfim, de graaande parte das meninas lá por volta de 2002, 2003. Não sei se acontecia em todo Brasil, mas aqui em São Paulo, apesar de não ter praia, todo mundo se vestia igual surfista. Explico melhor: existia toda uma tendência, que eu não sei da onde veio, na qual a gente achava bonito usar blusinhas coladas com estampas de hibiscos, tudo, TUDO em azul piscina, calças e shorts de tactel, as lojas da moda eram Bad Cat e Handbook e, não menos importante, esta coisa querida aí embaixo...


O pesadelo




Eu realmente tenho medo de que, depois que for publicado isso aqui, as pessoas parem de ser minhas amigas, parem de olhar na minha cara, parem de ser legais comigo. Porque né, uma menina que usava botinha Lui Lui em sã consciência, sei lá, aos 12 anos, não é muito digna de respeito. E eu acho que o ser humano pode descobrir a cura do Câncer, pode descobrir vida em marte, mas não vai descobrir como não só eu, mas muuita gente conseguia achar bonito esse negócio. E tinha a versão mais menininha da botinha também, que era azul com estampas surfistinhas em couro bege. Uma bota azul e bege, gente. Sem mais.


Elefante na Rave



Calma que essa aqui eu tenho muito orgulho de bater no peito e dizer que nunca tive! hahaha, mas me lembro muuuuito bem que, lá em 2007, 2008, coitada de você que queria comprar uma bota de bico fino ou de couro. Porque quase não tinha. Só o que se via nas vitrines das lojas, principalmente nas mais populares, era essa bota com essa plataforma descomunal, sempre em camurça marrom ou cinza. E a galera gostava de usar pra ir pra balada, mais precisamente pra rave, porque diziam que era confortável, dava pra aguentar melhor que salto fino. Por isso que pra mim, ela tanto pode ser chamada de bota "pata de elefante" como apelidada de "bota de psy", escolha o adjetivo desprezível de sua preferência.


Uma fofura de menina




Toda menina já passou por uma fase patty (alguém ainda usa esse termo?). Nem que tenha sido quando bebê, mas toda menina já teve uma fase de curtir coisas rosinhas, fofinhas, bonitinhas e outros nhenhenhens do gênero. Uma das maiores expressões desse estilo feminino-infantil eram os acessórios de pompom. Você podia encontrar pompons nas coisas mais variadas do mundo; desde canetas, passando por anéis até chegar em cortina (sim, a cortina do meu quarto tinha um puxador com pompom na ponta)! E assim, não acho que seja a coisa mais detestável do mundo. Mas cuidado: se você tiver mais de 8 anos ou não for uma daquelas Harajuku Girls, acessórios de pompom podem dar a entender que você é uma pessoa em crise de idade/identidade. Ou só patty old school mesmo :S


Colar de Tatuagem

Essa é uma das lembranças fashion mais horríveis ever! Todas as meninas com quem eu comentei sobre lembram com pesar de terem usado isso, então esse é meio que a chave de ouro pra fechar esse post. Como não achei fotos e achei que a peça precisava de uma apresentação digna, fiz um video pra mostrá-la. Tenham medo. Sério.

Mas ó, devo fazer algumas considerações: RELEVEM tudo, sou amadora, fiz na webcam do notebook (e olhei muito mais pra tela do que pra câmera em si), estava em bad hair day e tudo que isso me dá direito. E eu não tinha um roteiro do que falar, então neeem falei besteira, neem pensei alto, neeem ri de mim mesma, neeem fiquei sem graça no final, queissomagina. Mas enfim, não se detenham na minha cara de bunda, foco no colar!! hahaha, olha só:

Sim, eu sei que os posts de DIY são quando as blogueiras ensinam as leitoras a fazer algum penteado/make/customização. Mas eu quis zoar a expressão e fazer o trocadilho no título mesmo assim, tenho licença poética pra isso? hahaha ;P


Depois dessa baboseira toda, acho que não tenho mais muito a dizer, né. Me diz vocêe, alguma dessas tendências te trouxe lembranças de um passado negro? hahaha ;)

3 comentários:

  1. Minha prima tinha uma gargantilha dessa e achava o máximo,haha
    Na época da moda da bota pata de elefante(adorei o nome!)eu enchia a minha mãe pra ela me dar uma,mas ela sempre dizia que eu ía acabar quebrando o pé.Hoje agradeço por nunca ter tido um troço desse.

    Bjs

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  2. Ai, ri muito! E adorei o vídeo, tem nada de bad hair nele não!!

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  3. Ah, eu adorava minhas canetas e xuxinhas de pom pom! kkkkk
    Luxo, hein? NOOT

    E que Fê fofinha é essa, hein?? Voz muuuuuuuuuuito meiga! Você é muito muito muito linda! Toda educada, delicada, pega geraaaaaaal kkkk

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