sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tumblr legal do dia: Quoteskine

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Existem certos momentos da vida em que o tédio bate de uma forma que não dá para se desvencilhar. Aliás, existem outros momentos da vida em que o tédio é forte, mas tudo bem, quem é que tá com vontade de procurar coisas úteis para fazer, né? Para todos esses momentos, existe o Quoteskine.

O Quoteskine é um desses tumblrs super legais, fofos, inteligentes e interessantes, ou seja, é um desses que a gente não consegue parar de avançar a página até terminar de ver todos os posts. O conteúdo é basicamente composto por desenhos, frses e listinhas, essas coisas que a gente pensa e anota rapidinho, só porque é uma sacada boa demais pra perder na memória. O diferencial é a execução delas, que faz com que coisas aparentemente simples ganhem aquele ar genial.

Para provar as minhas palavras, um pequeno exemplo do material do Quoteskine:







O tumblr é tão divertido e bem feito que, seguindo exemplos de Thkx Thkx Thkx, Post Secret, entre outros, também ganhou sua versão em livro! o Quoteskine: v. 1 está em pre-order na Amazon, e dá pra ver uma prévia do que tem dentro. Um desses entretenimentos fáceis, rápidos e infinitamente eficientes para todas as horas de tédio :)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Então acabaram as férias, e o que você fez? Haha, acho que tá mais fácil falar o que eu NÃO fiz, né. Ou o que eu queria ter feito. E ver todos esses festivais gringos e moderninhos acontecendo em pleno verão...bate aqueela vontede...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Starbucks e a neo pop-art

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Se uma das primeiras coisas de que você se lembra ao pensar em Pop-Art é essa lata de suco de tomate aí em cima, tá na hora não de rever, mas de atualizar os seus conceitos. Porque se a moda de alguns bons anos atrás era fazer arte com latas, hoje o objeto mudou. A moda é fazer arte com copos da Starbucks.

Não sei qual é a magia que a mulherzinha do logo exerce nas pessoas - principalmente nas pessoas hipsters. Mas me lembro muito bem de quando a cafeteria hype "estreou" aqui em São Paulo, e tinha gente tirando foto com copo e colocando no Orkut, levando o copo pra casa e colocando na estante, achando super especial só porque tinha o seu nome escrito.

Pois é, parece que esse povo evoluiu na arte de idolatrar o copo da Starbucks. Num bom sentido, eu acho. Notei que é possível, sim, fazer desenhos, e pinturas, e manifestações que realmente podem ser consideradas artísticas com o copinho. O We Heart It é o grande celeiro desses artistas independentes e viciados em cafés e frapuccinos, haha.

Veja alguns exemplos da arte feita do Starbucks







Uma coisa assim, meio Newspaper Blackout



Conclusão: copo de Starbucks is the new lata de Campbell's :)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Os clássicos do cinema e seus remakes

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Em tempos de 'O Astro' de volta na TV e de mil franquias estreando mais uma vez no cinema, não tem como não pensar e não comparar os originais com os remakes. Porque aquela máxima de 'nada se cria, tudo se copia' é verdade mesmo, e pra comprovar, basta observar a cena cinematográfica atual (pseudo-intelectualizando a coisa).

Não sei se você percebeu, mas tem uma boa leva de filmes de contos de fadas sendo refilmados, reformulados, reencenados, enfim, reciclados pelos estúdios. As franquias do cinema costumam ser um bom negócio - taí Harry Potter que não me deixa mentir - mas nesse caso, as histórias são quase as mesmas, não seguem uma "saga" ou sequência, apenas fazem modificações na trama original. Atualizam, mudam o foco, colocam zumbis no meio, enfim, uma beleza (ou não).

Seja por falta de criatividade ou senso de oportunidade bem aproveitado, a gente só vai poder saber se os remakes honram os sucessos originais depois que eles chegarem ao cinema, né. Por enquanto, só nos resta especular e falar aleatoriedades sobre o assunto, haha. Vamos ver, então, alguns filmes que ganham novas versões em breve:


Branca de Neve, aquele filme lindo de 1937, da minha princesa favorita, veja só, está com duas novas versões sendo produzidas ao mesmo tempo (estratégia de marketing #fail?). A primeira é The Brothers Grimm: Snow White, que aparentemente é a versão mais próxima da que a gente conhece, com a diferença de ter um ar mais cômico e figurinos mais modernos e coloridos. A segunda versão, Snow White and the Huntsman também conta a mesma história, só que de uma forma um pouco mais sombria (a coitada da Branca de Neve já não aparece nas fotos como princesa, mas como guerreira - vai entender) e com 8 anões em vez de sete, sendo que todos eles têm nomes de imperadores romanos. WTF?, pois é.

Daí que, como não consigo evitar, pretendo assistir às duas, mas acho que a versão dos irmãos Grimm tem uma leve propensão a ser melhor que a outra. Porque acho que a história que se propõe a ser mais leve tem mais chances de dar certo do que a que se propõe a ser mais séria, e, principalmente, por uma razão: o elenco. No papel principal, tem Lily Collins, contra Kristen Stewart do outro lado. Pra quem tem birra dela (aka eu), já é broxante até dizer chega. No papel da Rainha Má, de um lado temos Julia Roberts, e de outro, Charlize Teron. Nada contra ela, mas Julinha já tem lugar cativo no coração dos amantes de comédias-românticas, né? E como comparar o Príncipe? Em Snow White and the Huntsman, quem o interpreta é Sam Claflin, que é até muito bonitinho bem meu tipo, mas quando se tem Armie Harmer no outro filme…fica difícil competir.

Além de Branca de Neve, outra Princesa Disney já ganhou sua versão de carne e osso em um filme que sai daqui a pouco (setembro) e outro que ainda está em pré-produção:


A Bela e a Fera também tem sua cota de remakes modernos. Vanessa Hudgens encarna a princesa no filme A Fera. A história continua sendo sobre o cara que foi amaldiçoado e tem sua aparência modificada e blablabla que encontra o amor verdadeiro de uma bela moça. O fator moderno é que toda a trama se passa em Manhattan, e o cara não se transforma num tipo urso/touro/sei lá, só tem a cara marcada por o que parece ser simplesmente uma tatuagem.

A outra versão foi divulgada bem recentemente, tipo semana passada. A Bela e a Fera na versão do diretor Guillermo del Toro ainda não tem nenhuma informação precisa e nem começou a ser filmada, mas a protagonista já foi anunciada: a linda da Emma Watson. Vou ser a primeira da fila pra assistir, sim ou claro?

Daí a gente lembra de um outro conto de fadas que já teve suas versões atuais por aí…


Cinderela. Eu acho que se a história não fosse tão legal, e se o negócio de ela perder o sapatinho não fosse tão icônico, não daria margem à imaginação fértil e por vezes tão desnecessária das pessoas. Porque né, vamos dar uma relembrada nos remakes. A Nova Cinderela é provavelmente o melhor filme da Hilary Duff, e é até bem legalzinho em certos pontos, bom entretenimento adolescente.

Já o Outra História da Cinderela…sério, alguém pediu? Alguém sentiu tanta falta assim da história pra pedir uma outra versão (piorada) dela? E ninguém percebeu que as chances de colocar a Selena Gomez pseudo-dançando tango num filminho bobo e isso não funcionar eram assim, gigantes? :S

Maas, nem só de contos de fadas vivem os remakes. Alguns livros têm histórias tão boas que os produtores, roteiristas e diretores não se conformam em adaptá-los só uma vez. Querem fazer a mesma coisa de novo, em novas versões inesgotáveis. É o caso de Emma, de Jane Austen.


Eu sei que a galere ama Orgulho e Preconceito, ama exaltar que Mr. Darcy é o homem perfeito. Porém, eu super gosto de criar polêmica e dizer que acho Emma muito mais legal, e o Mr. Knightley sim, é o homem perfeito. Por isso acho super justificável que a história tenha suas várias versões. O filme "oficial" é 'Emma', de 1996, com uma Gwyneth Paltrow mais fofa do que nunca no papel principal. A BBC fez uma mini-série também chamada 'Emma', com Romola Garai de protagonista - já cheguei a apresentar Romola Garai nesse post aqui. E uma das coisas mais legais de Emma foi a adaptação da história num dos meus filmes mais queridos, o Clueless. É super bem feita e super fiel.

Outro ótimo livro ganhando adaptação nova agora: O Grande Gatsby.


O Grande Gatsby fala sobre uma história de amor nos anos 20, com um pouquinho de mistério delicioso no meio, e teve seu primeiro filme protagonizado por Robert Redford e Mia Farrow. A nova versão deve estrear no ano que vem, e conta com Leonardo Dicaprio e Carey Mulligan como casal principal. Boas chances de ser um dos grandes filmes de 2012.

Para não dizer que só filmes bons ganham remakes, os nem tão geniais assim também estão sendo reciclados e atualizados desagradavelmente - taí Transformers que não me deixa mentir. Um dos grandes pesadelos dos remakes é…Footlose. Nunca achei o primeiro filme muito brilhante, mas dentro do contexto de musicais dos anos 80, era até ok, e a trilha sonora prestava. Já o novo, deu vergonha alheia já no trailer…


Oremos.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Espécie: diva louca da música

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Para os adolescentes e pré-adolescentes de hoje que têm um mínimo nível de bom gosto, pode até ser difícil de acreditar, mas a MTV já foi um canal muito, muito bom. Digo isso porque quem já é um pouco mais velho talvez tenha tido a sorte de pegar uns programas e uma programação de clipes muito bons, mas pra quem tá chegando agora, olha…não tá fácil.

O meu amor pela MTV "antiga" eu já deixei mais exposto nesse post aqui, de quando ela fez 20 anos no Brasil, mas não citei nesse texto uma das produções mais marcantes da MTV: as vinhetas. Eis que na semana passada, sem razão aparente, me lembrei daquela que eu considero a melhor série de vinhetas da história do canal. Qual foi minha surpresa quando encontrei todas elas lindas e prontas para o play no youtube:





Apesar de as vinhetas terem a mesma temática, elas tem uma diferença quanto à execução da ideia. Umas destacam a mudança de visual e estilo musical do artista enquanto outras têm foco na evolução daquela vertente musical em diferentes bandas. Gosto muito dessas com um artista só, até já cheguei a fazer uma galeria no Yahoo! sobre as cantoras que mudaram de look e de estilo musical ao longo dos anos. Mas vou confessar que acho o segundo tipo bem mais legal.

Pois bem. Eu já tinha esquecido dessas vinhetas quando o acontecimento do último sábado fez com que eu me lembrasse delas. Porque apesar de eu não ser a maior fã do mundo da Amy Winehouse, de não ter ido no show dela, de não ter chorado ao saber da morte dela, tudo isso não me impede de reconhecer que ela era genial, uma das maiores e melhores artistas dos últimos anos.

Se eu começasse uma frase falando "em 27 anos de uma vida movida a alcool e drogas", poderia até parecer que eu estou falando dela. Mas, além da frase não ser minha, não é de Amy que ela se trata. Nelson Motta disse isso de Janis Joplin em sua coluna sobre o aniversário de 40 anos de sua morte, no ano passado. E é incrível como, apesar de terem vivido em épocas distantes, elas tiveram uma trajetória parecida.

E não só pelo fato de terem morrido com a mesma idade - fato que por si só geraria uma daquelas vinhetas, junto com os lindos do Jim Morrison, do Jimi Hendrix, do Kurt Cobain. Mas pelo fato de elas serem parte de uma quase que subcategoria da música: as divas loucas. Nelson Motta, de novo, falou sobre elas em uma de suas mais brilhantes colunas de todos os tempos. Sobre o fato de algumas cantoras serem certinhas, caretas, enquanto outras escrachavam total e afogavam as mágoas em litros de alcool e outras drogas. E aí vem a pergunta: será que todos esses "artifícios" eram realmente necessários na vida de gente tão talentosa como Billie Holiday, Janis Joplin e, agora, Amy Winehouse?


Pode parecer um pouco comodista, mas eu gosto de pensar que não há uma resposta certeira pra essa questão. Minha mãe, uma pessoa super esotérica e esclarecida, costuma dizer que os artistas são pessoas muito sensíveis, que muitas vezes não aguentam o peso e a carga pesada do mundo e caem, desabam, se viciam em coisas que possam tirá-los da órbita por um momento. Pode parecer muita viagem, mas eu gosto de acreditar nisso. E, como o próprio Nelson Motta diz no video, é inútil pensar se alguma das divas loucas cantaria melhor se estivesse de cara limpa. Provavelmente, elas nem cantariam.

É por isso que eu gosto de pensar que Amy Winehouse ter falecido recentemente é triste, mas é o que tinha de ser. E que, apesar de todo mundo só conseguir relacioná-la com cocaína e bebida, ela fez muito pelo mundo da música. É uma pena que ela não tenha tido tempo pra lançar mais músicas, experimentar estilos e mudar o visual pra ser protagonista de uma vinheta da MTV tipo "evolução da espécie". Mas acho que ela teve tempo, sim, pra ser uma ótima personagem daquele outro tipo das vinhetas, cujo tema poderia ser não só divas loucas, mas também grandes divas do soul, grandes cantoras britânicas, grandes delineadores gatinho, tanto faz. A carreira de Amy pode ter sido curta, mas para a história da música, sua contribuição será para sempre muito, muito grande.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

No Repeat

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Matt & Kim - Daylight

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Essa é a vida que eu quis + Quote nossa de cada dia

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Na verdade, essa é a vida que eu não quis, né. Mas fazer o que. É o que tem pra hoje. Quem sabe amanhã eu mudo…

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Balanço literário 2011 (so far)

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Em fevereiro, postei aqui uma wishlist com livros que eu gostaria de ler durante este ano. Bom, chegamos em julho, quer dizer, já deu tempo de sobra pra eu ler pelo menos a metade dos 10 livros que tinha prometido, né?

Por isso, hoje volto ao assunto para fazer um balanço, emitir minhas impressões e opiniões sobre os livros que li até agora. Vamos então às minhas mini-resenhas:

A capa nacional e a capa estrangeira do livro

Só Garotos: Sempre gostei de biografias, e Só Garotos veio para reforçar isso ainda mais. A história de Patti Smith e de seu amigo/alma gêmea Robert Mapplethorpe não é de amor, mas ao mesmo tempo é. Não um amor romântico o tempo todo, mas um amor que ultrapassa qualquer definição, rótulo, ordem pré estabelecida. E é legal porque você vai percebendo isso durante a leitura, vai conhecendo mais sobre a vida dela, a pessoa que ela é. A conduta, a personalidade absolutamente generosa de Patti Smith é uma coisa assim, sem igual. Impossível não repensar nossas próprias atitudes e admirá-la cada vez mais.

Também é muito, muito interessante ficar sabendo mais sobre a cultura e contra-cultura dos anos 70 pelo olhar de quem estava ali, em Nova York, vivendo tudo aquilo. Patti conta que conversou com Janis Joplin num bar assim, como se nada fosse. Pra quem é fascinado por esse período da história, o livro é uma fonte incrível.

Única coisinha que me incomodou um pouco foi a escrita de Patti Smith no começo do livro. Não sei se foi a tradução, posso estar sendo injusta, mas parecia que ela ia cair num clichê muito grande a cada fim de parágrafo. Mas isso melhora assim que ela vai pegando o jeito e as páginas vão avançando. E, no final, lindo, quem caiu num clichê muito grande fui eu: chorei feito um bebê, como nunca tinha chorado com um livro.

Nota para Só Garotos: 9,5. 


Cassette from my ex: Sinto que é um pouco perda de tempo e encheção de saco falar de novo desse livro aqui, uma vez que já exaltei o quanto fiquei apaixonada por ele em alguns posts desse blog (tipo esse). Mas claro que não me custa falar mais um pouquinho.

Cassette from my ex faz parte daquele negócio de confessional culture, no qual as pessoas transformam suas próprias histórias de vida em literatura. Nesse caso, os casos de amor que não deram certo e as mixtapes que ficaram de lembrança deles são o que compõe o livro. Talvez você pense que isso nem é interessante, mas é aí que você se engana. As histórias de amor são muito, muito legais. Muito mesmo. Dá pra rir, chorar, se identificar, querer ser amigo da pessoa que escreveu, tudo isso junto. A inspiração é tamanha que dá até vontade de escrever uma história dessas também (como eu tentei fazer aqui).

E também dá um vazio muito grande quando você termina de ler as 60 histórias do livro, uma gostinho de quero mais. O que super pode ser suprido pelos outros vários livros de confessional culture disponíveis na Amazon. E boa notícia: dá pra ler algumas das histórias do livro nesse site, com direito a playlist das mixtapes online!! Tem como não amar (muito)?

Nota para Cassette from my ex: 10


Morangos Mofados: Conheci os textos de Caio Fernando Abreu por meio de crônicas aleatórias que li em livros de crônicas e na internet. Não sei se isso me deixou meio tapada, só gostando desse tipo de texto dele, ou se realmente não rolou aquela identificação que achei que rolaria com os contos também.

Não é que eu tenha comprado gato por lebre. O estilo de Caio F., aquela angústia, aquela tristeza arrasadora e ao mesmo tempo bonita eu já conhecia, e já gostava. Em Morangos Mofados ela não deixa de existir, só que eu acho que, em todos os contos, era sempre muito mais tristeza do que beleza, sabe? Quando você espera alguma coisa de um autor e encontra outra, é sempre um pouco decepcionante. Mesmo que você entenda que a escrita e os temas que são hiper característicos dele continuam ali. O problema é você, que não conseguiu sentir prazer naquela leitura. Era o estilo dele, mas acho que não era o meu.

Ainda assim, continuo adorando as crônicas de Caio F., e pretendo ler Pequenas Epifanias o quanto antes. Morangos Mofados eu continuo indicando. Pra quem tiver estômago. É pesado.

Nota para Morangos Mofados: 6,5


Por que minha mãe vai fazer uma tatuagem?: Já deixei bem claro aqui neste blog que Jancee é uma das minhas autoras mais queridas. Fazia um tempinho que eu tinha lido seu primeiro livro, Chega de Falar de Mim, e foi muito bom poder reencontrá-la e reencontrar seus "personagens" em Por que minha mãe vai fazer uma tatuagem?

Porque é isso que esse livro é, um reencontro. É a autora falando sobre família, pensando sobre família e fazendo com que você reflita com ela sobre coisas que a gente vive e às vezes nem percebe. Jancee escreve (e é bom ressaltar que ela escreve de uma forma tão descontraída e divertida que parece que você está tendo uma conversa informal com uma amiga) sobre o cardápio das festas de família, uma viagem com a mãe, as manias dos homens, solteirice, suas conversas com a melhor amiga, e claro, sobre o fato de sua mãe querer, depois dos 60, fazer uma tatuagem. Apesar de ser tudo absolutamente pessoal (sério, eu não sei se conseguiria abrir tanto a minha vida como ela faz), é tudo muito universal também. Isso quer dizer que você certamente vai se identificar, e sua amiga também, e sua mãe também. Dei pra minha mãe ler e só ouvia várias risadas vindas do quarto dela :)

Só tenho duas ressalvas: alguns capítulos não são interessantes assim, talvez você tenha vontade de pular, ir pro próximo. E aconselho ler primeiro o Chega de Falar de Mim para saber melhor quem são as pessoas de quem ela fala tanto e ver se gosta. Mesmo assim, se você ama sua família, leia. Não tem erro :)

Nota para Por que minha mãe vai fazer uma tatuagem?: 9,0


Antes do Baile Verde: Na wishlist que fiz no começo do ano, na verdade eu marquei o livro Venha ver o pôr-do-sol como o desejado da Lygia Fagundes Telles. Porém, ao chegar no sebo que eu gosto de frequentar, achei os dois, esse e esse outro aí de cima. Acabei comprando Antes do baile... porque o preço era quase o mesmo, mas continha muito mais contos da autora.

Enfim, o que tenho a dizer é: se você quer conhecer o estilo de Lygia Fagundes Telles, Antes do Baile Verde é uma boa oportunidade. Lygia é mestra em colocar complexidade na personalidade de seus personagens, e isso é muito perceptível em todos os seus textos. Os contos de Antes do Baile Verde são todos curtos, média de 10 páginas. Por um lado isso é bom, dá pra ler bem rapidinho, sem cansar, sem se esforçar. Por outro, é como se você pudesse apenas espiar pelo buraco da fechadura a vida daquelas pessoas, mas não pudesse de fato abrir a porta e acompanhar o antes e o depois de suas histórias. Dá uma certa angústia e uma vontade de continuar a ler, mas quando você vira a página, já acabou. Outro conto, outra história que começa do meio e termina sem final.

O livro tem altos e baixos, tem contos muito bons e outros nem tanto. Eu recomendaria muito mais As Meninas do que ele. Mas, se é uma opção rápida e bem característica do estilo literário de Lygia Fagundes Telles que você procura, então acho que Antes do Baile Verde cumpre bem seu papel.

Nota para Antes do Baile Verde: 8,0


Eu juro que não imaginava que esse post ficaria deste tamanho. Mas estou pensando em voltar aqui com mais resenhas aleatórias, de filmes, livros ou cds que eu venha a curtir :)
E no fim do ano, se Deus e a faculdade me permitirem, terei lido todos os livros restantes da wishlist e voltarei aqui para resenhá-los!

terça-feira, 19 de julho de 2011

O melhores duetos do indie-pop

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Não, este não é um post perdido do Dia dos Namorados, mas bem que podia ser. Porque, a princípio, poucas coisas na música são tão românticas e tão "own" quanto duetos.

Eu digo a princípio porque, se a gente olhar de perto, às vezes é bem mais do que isso. Semana passada, eu fiquei com uma banda "no repeat" por muito, muito tempo. (Na verdade, foram duas bandas nesa situação, mas a outra eu estou guardando para outro post). Enfim, a banda à qual me refiro é a Cults.


A Cults é formada por esses dois aí em cima: Madeline Follin e Brian Oblivion. Eles eram estudantes da NYU e resolveram criar uma banda no ano passado. O sucesso no mundo indie não demorou a chegar. O single "Go Outside" foi viralizado rapidinho com o clipe estrelando Emma Roberts e o lindo do Dave Franco (inclusive já cheguei a falar sobre esse clipe aqui).



O fato é que as músicas da Cults são todas com esse clima pop divertido, moderninho, alternativozinho, com o diferencial de não ser uma banda de fato ou apenas uma cantora bonitinha, mas de ser uma dupla, um homem e uma mulher cantando juntos.

Na verdade, diferencial nem é a palavra mais apropriada, porque há várias outras duplas no indie-pop que também fazem músicas "easy listening" como as da Cults. Selecionei algumas pra mostrar aqui:

She & Him


Talvez o dueto indie mais conhecido e querido de todos. Também, com Zooey Deschanel nos vocais, tem como ser diferente? Músicas fofas, figurinos fofos, tudo que caracteriza o indie-fofo do qual já cheguei a exemplificar melhor num dos posts do Dia do Rock do ano passado ;)


Música: In the Sun
Ouça também: Sweet Darling, Why Do You Let Me Stay Here?

Slow Club



A Slow Club faz parte daquele grupinho do Sugarpop, e conta com todos os elementos possíveis desse estilo: tudo muito colorido, pessoas alternativas com cortes de cabelo descolados, vozes fininhas e músicas divertidas. E claro, destaque para a duplinha impecável que dá o tom da banda.


Música: Me and You
Ouça também: Summer Shakedown, Giving Up On Love

 The Paper Raincoat


Uma vez li um texto sobre bandinhas alternativas que dizia o seguinte sobre a The Paper Raincoat: "The world might be a little better if everyone heard this record" (O mundo seria um pouco melhor se todo mundo ouvisse essa música), se referindo à Sympathetic Vibrations, que você pode ouvir aqui embaixo. As vozes da dupla Amber Rubarth e Alex Wong são o ingrediente principal que faz com que as músicas tenham um clima doce, suave e muito, muito bom.


Música: Sympathetic Vibrations
Ouça também: Brooklyn Blurs, Rewind

The Moldy Peaches


Essa você já deve conhecer. A dupla de The Moldy Peaches é responsável pela versão original daquela música que Ellen Page e Michael Cera cantam no final do filme Juno. O tom indie/folk continua nas outras músicas deles, e as ótimas letras definitivamente também merecem um reconhecimento deste humilde blog :)


Música: Anyone Else But You
Ouça também: Nothing Came Out, Lucky Number Nine

Jenny & Johnny


Esses dois são namorados, e funcionam muito bem como parceiros musicais também. As músicas calminhas, alegres, são ideais para vários momentos: quando você quer apenas um som ambiente para trabalhar, quando você quer sonhar acordada, quando você está num clima de romance, ou mesmo pra quando tudo que você quer é ouvir boa música e esquecer da vida.


Música: Switchblade
Ouça também: Big Wave, My Pet Snakes


Depois dessa overdose de indie pop, estou pensando em fazer um post com alguns dos melhores e mais bonitos duetos do pop e/ou rock. Síndrome de romantismo crônica, quem curte? ;P

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Filmes de criança pra todas as idades

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Assim que Harry Potter nos deixou na última sexta-feira, me joguei na nostalgia e decidi rever os primeiros filmes da saga, num clima bem de depressão voluntária. Não, eu não pretendo arrastar mais posts com a mesma temática da semana passada, mas acho que poderia usar o caso do nosso querido bruxo como gancho para este post aqui.

Vendo "…A Pedra Filosofal", "…A Câmara Secreta", eu reparei em quão fofas eram aquelas crianças e como desde aquela época elas já tinham muito talento e sabiam conduzir o filme (com uma boa direção também, claro) de um jeito que agradasse o público a que o filme se destinava majoritariamente naquele momento (ou seja, as próprias crianças de 10, 11 anos) e também aos adultos. Porque né, uma história não precisa ter personagens de uma faixa etária definida pra ser boa, né.

Daí eu me coloquei a pensar em filmes tecnicamente "de criança" mas que podem perfeitamente entreter muito marmanjo por aí. Filmes cujo elenco é principalmente formado pelos pequenos, que são o centro da trama, e que conseguem contar a história com competência de gente grande. Escolhi alguns desses filmes como meus favoritos. Olha só:


Eu acho que esse filme poderia passar uma semana inteira no "Cinema em Casa" que eu assistiria todos os dias. Porque sério, com um protagonista chamado ALFALFA, tem como não amar? Os Batutinhas fala sobre aquela velha birra entre meninos e meninas, e o que acontece quando o primeiro amor surge no grupo. Muito, muito legal :)


Mais do que um filme sobre crianças, Conta Comigo é um filme sobre amizade. Sobre crianças que aparentemente tinham pouco em comum uns com os outros, mas que tinham um companheirismo entre si maior que qualquer diferença. Além de todas as reflexões existenciais e mini-dramas interiores dos personagens, Conta Comigo é um legítimo filme de aventura, daqueles que fazem os espectadores mais cagões (tipo eu) fecharem os olhos em algumas cenas, haha.

Atenção também pro diretor do filme, Rob Reiner. Ótimo em comédias que são muito acima da média, é dele também outro filme sobre pré-adolescentes, Flipped, que eu já falei muito (bem) nesse post.


De certa forma, Agora e Sempre é a versão menininha de Conta Comigo. O elenco de destaque é formado por quatro garotas, cada uma com seu estereótipo, que são super unidas quando têm 12 anos. Mas a diferença é que Conta Comigo foca na aventura dos garotos naquele período da infância, enquanto Agora e Sempre intercala a infância das meninas com o reencontro delas adultas, no qual elas refletem e discutem sobre o que aconteceu naquela época, o que sentiam, o que mudou. Impossível não se identificar com uma delas e não imaginar também o que aconteceu com nossas amiguinhas de infância.

Existe ainda um filme que ainda não estreou no Brasil (nos cinemas em 12 de agosto), mas que fez enorme sucesso lá fora e promete ser consagrado como um dos mehores filmes do ano: Super 8.


O nome Super 8 é referente à câmera que as crianças usam para filmar uma colisão entre um caminhão e um trem de carga na cidadezinha onde vivem. Porém, o que parecia ser apenas um acidente vai parecendo cada vez mais misterioso e perigoso, e é claro que a tensão e aventura do filme vão crescendo. Alguma dúvida que vai ser difícil desgrudar os olhos da tela?


Além de serem todos ótimos filmes com um igualmente ótimo elenco (independente da pouca idade), outra coisa que eu reparei é que não tem nada com mais cara de férias do que filme de criança! E você, já escolheu qual vai assistir? :)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O que fazer quando Harry Potter acabar?

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Sim, tá difícil. Muito. Mas chegou a hora de aceitar que a saga Harry Potter está chegando ao fim. E aí, como preencher o tempo que anteriormente a gente usava pra assistir os filmes, ler os livros, vendo mil entrevistas com os atores e se envolvendo com mais um monte de besteira relacionado à série?

Para falar, a verdade, ainda estou tentando descobrir. O vazio existencial pós-HP ainda está dominando aqui, mas com o tempo a gente vai se acostumando. Por hora, enquanto a presença de Harry e seus amigos ainda se faz bem forte, veja 5 coisas para fazer depois do fim da série:

• Outros filmes com os atores principais

Claro que vai ser estranho, claro que tem enormes chances de eles ficarem com o estigma do personagem pro resto da vida. Mas, é bom saber que a gente não precisa necessariamente parar de ver a cara de Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint no cinema. Parece que os três vão seguir na carreira, então já dá pra esperar futuros trabalhos por aí.

Daniel já estrelou alguns filmes que podem ser encontrados em DVD, como Um Verão Para Toda Vida e Meu Filho Jack [que conta também com Kim Catrall (Sex and the City) e Carey Mulligan (Educação) no elenco]. Para estrear, ele ainda tem os filmes The Journey is the Destination e o suspense The Woman in Black. Dan também curte fazer teatro. Já atuou na peça Equus (aquela famosa em que ele ficava pelado) e na Brodway, com a peça How To Succeed in Business Without Really Trying. Então, se você estiver na Inglaterra ou Estados Unidos, grandes são as chances de você poder vê-lo no palco :)


Rupert já esteve em outros filmes também, como Lições de Vida e CherryBomb. O último trabalho dele além de Harry Potter foi Matador em Perigo, uma comédia/ação com Emily Blunt (O Diabo Veste Prada).


Os looks de Emma Watson nos Red Carpets certamente vão deixar saudades, mas por pouco tempo, haha. Ela já participou do filme Dançando para a Vida (em DVD) e tem outros dois filmes para serem lançados: As Vantagens de Ser Invisível, baseado no livro de mesmo nome, e Uma Semana com Marilyn, sobre um período que Marilyn Monroe passou em filmagens na Inglaterra.



• Os livros preferidos de Daniel Radcliffe

Isso é bem coisa de fã mesmo, saber os livros preferidos do ator, o sabor de sorvete preferido, o nome do cachorro, essas baboseiras todas, haha. Mas né, já que J. K. Rowling não tem nada mais para nos oferecer neste momento, é sempre bom ter outras opções de leitura. Daniel falou ao site You Are What You Read sobre os livros que mais influenciaram sua vida. São eles:


O Velho e o Mar, Ernest Hemingway
"Eu acho que 'O Velho e o Mar' foi provavelmente o primeiro livro de um autor clássico que eu li, e foi então que eu percebi que as coisas eram 'clássicas' por um motivo".

Germinal, Émile Zola
"Germinal foi o primeiro romance mais longo e mais 'europeu' que eu li, e eu lembro de ter lido em tipo cinco dias. É um livro grande, e eu sou um leitor lento, mas eu praticamente não fiz mais nada a não ser lê-lo nesses dias".

Medo e Delírio em Las Vegas, Hunther S. Thompson
"Ganhei este livro de um amigo no meu aniversário de 15 anos, e eu simplesmente achei que era a coisa mais divertida que eu já tinha lido, e era fantástico, e capturava a época brilhantemente".

O Mestre e a Margarida, Mikhail Bulgakov
"'O Mestre e a Margarida' é o meu livro favorito de todos os tempos no mundo todo. Para mim, é o melhor exemplo de exploração da imaginação humana, e é sobre perdão, e vida, e história, e é o livro mais incrível que eu já li; eu li uma vez e depois li quase que imediatamente de novo".

Harry Potter e a Pedra Filosofal, J. K. Rowling
"Eu acho que, se estamos falando sobre os cinco livros que mais influenciaram a minha vida, seria muito indelicado da minha parte não citar 'Harry Potter e a Pedra Filosofal', por ter me dado tudo que eu tenho e tudo que eu vou ter".


• Moda HP

Além dos lindos looks que Emma Watson desfila por aí, a gente também pode usar os próprios elementos do filme como inspiração pra se vestir.

O que não falta por aí são camisetas com a temática dos livros, e aí é só escolher aquela que combina melhor com o clássico cachecol da Grifinória e ostentar seu amor pela série nas roupas, haha :)

Meu top 5 de estampas preferidas:







• Ouvir bandas inspiradas em Harry Potter


É sério, eu não sei se dou risada , se aplaudo, se acho a coisa mais geek do mundo todo. Porque ao mesmo tempo que é hilário e bizarro, tem um quê de genial. Existem algumas pessoas neste planeta que, muito inspiradas e tomadas de amor pelo mundo de nosso bruxo favorito, resolveram formar bandas com nomes que remetem à Harry Potter e seus amigos. E mais: as músicas são todas baseadas nas histórias, nos livros. Demais, hahahaha.

A principal delas, minha favorita é a - pausa para o nome sensacional - HARRY AND THE POTTERS. É muito amor ou não é? Um exemplo musical desta banda(o) de nerds: Save Ginny Weasley


As outras músicas do Harry and the Potters também são super icônicas. Destaque para Voldemort Can't Stop the Rock e I'm a Wizard.

Outras bandas inspiradas por Harry Potter:

The Remus Lupins

Draco and the Malfoys

Ministry of Magic
Exemplos de músicas: Accio Love, Snape vs Snape (MUITO BOA!), I heart Weasleys

Trollagem do bem e da melhor qualidade, hahaha ;D

• Mergulhar ainda mais no universo de Harry Potter

Quem eu estou tentando enganar, né? Todas as dicas aqui não são pra se distanciar de HP, são pra tentar matar a saudade que a história vai deixar. Então, já que a gente está no fundo do poço, vamos abraçar a Samara de uma vez por todas e aproveitar tudo o que o fanatismo pela criação de J. K. Rowling nos deixou de herança ao longo dos anos :)

Há vários lugares nos quais é possível ir e lembrar da saga. Na Inglaterra, as locações em Oxford, usadas para filmagens do 1º filme (a cena da aula de como voar na vassoura, por exemplo), estão abertas para visitação do público. Os estúdios em Londres, em que eram gravadas cenas de Hogwarts, por exemplo, estarão abertos para visitas no ano que vem (mais informações aqui). Nos Estados Unidos, o parque de Harry Potter em Orlando já funciona desde junho do ano passado, onde você pode andar pelas ruas do Beco Diagonal e tomar uma cerveja amanteigada com feijoezinhos de todos os sabores #sonho. Você pode até ir pra Israel visitar o túmulo de Harry Potter - não o nosso Harry, um Harry que morreu em 1939 e agora não pode descansar em paz pois seu túmulo virou atração turística, haha. Isso sem falar que sempre tem uma exposição com as roupas e artefatos usados nos filmes rolando por aqui, com sorte em algum shopping perto de você :)

Tambémnão faltam documentários e livros que falam sobre o fenômeno Harry Potter na última década. Destaque para J.K. Rowling - A Year in the Life, que mostra a vida dela quando estava finalizando seu trabalho com a série. Também tem o Harry Potter: Na Estrada, com os bastidores das filmagens de "Harry Potter e as Relíquias da Morte". O livro "Harry Potter e Seus Fãs" parece ser bem interessante também, com a narrativa de uma fã que fala sobre como o fenômeno dos livros afetou a ela e a todo o mundo.

E claro que, se bater vontade de ver os atores assim, agora, sem ter que assistir os filmes ou procurar os documentários, Youtube tá sempre aí pra ajudar. Entrevistas são o que não faltam pra a gente se entreter. E né, não dá pra perder a chance de ver Daniel, Emma, Rupert e Tom Felton tentando fazer um sotaque americano e trollando Twilight


;)

PS: quem puder, por favor, me deixe feliz lendo minha resenha sobre o último filme - e veja o meu esforço pra tentar ser o mais profissional e menos fã enlouquecida possível!


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Harry Potter - As fotos que você ainda não viu

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Eu poderia estar roubando, eu poderia estar matando, eu poderia estar usando este espaço pra postar várias montagens melosas de Harry Potter feitas por fãs sofredores e nostálgicos. Em vez disso, vou postar algumas fotos, sim, mas não tão óbvias.

A Entertainment Weekly, provando que é uma das revistas mais legais do mundo, publicou, naquela edição cuja capa eu já mostrei aqui, várias fotos inéditas dos bastidores de todos os 8 filmes da série. Daí a gente pode descobrir coisas fantásticas, tipo que Voldemort na verdade tem um nariz, hahaha:





E não para por aí. Outra coisa muito, muito fantástica é o que eles fizeram no site da revista de pegar objetos dos filmes e colocar um super ampliador, onde você pode enxergar cada mínimo detalhe da Taça Tribruxo, por exemplo


O mesmo acontece com cenários da história


Para aguçar ainda mais a ansiedade de quem vai ver o filme amanhã :)