quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Para curtir um clima retrô

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Não sei se sou só eu, mas alguém mais achou que esse mês de agosto não ia acabar nunca? Com 31 dias e nenhum feriado ou coisa que o valha, foi difícil viver assim, né. Tanto que eu, na minha genialidade (NOT), achei que seria de bom tom usar essa questão do tempo para falar de filmes que têm um espírito mais retrô. Isso não quer dizer simplesmente filmes de época. Filme retrô de verdade tem que ter incutido aquele sentimento de nostalgia, tem que transmitir aquela saudadezinha estranha e incoerente, e aquela vontade de abandonar computador, iphone e tudo o que a gente tem de tecnologia só pra sair dançando pela casa ao som de um disco de jazz tocado num gramofone, como fazem os personagens.

Revirando meu baú minha memória, achei alguns filmes que, na minha opinião, tem histórias delicinha de assisir e super podem agradar tanto você quanto a sua avó ;]

Meia Noite em Paris


Meia Noite em Paris é a história de um nostálgico, né. Impossível não se identificar um pouquinho que seja com o drama de Gil Pender, um escritor frustrado que gostaria de viver nos anos 20, na efervescência culural de Paris. E quem não quer, não é verdade? O diferencial é que ele consegue ter essa experiência, e o resto é spoiler. O legal é que o filme é, ao mesmo tempo, escapismo e choque de realidade. E ótimo,claro.

A Era do Rádio


Assim como Meia Noite em paris, A Era do Rádio também é um filme de Woody Allen, e como tal, ambém tem sua altíssima dose de nostalgia. Nostalgia é o tema do filme, aliás. Um pequeno alter-ego de Woody vai contando as histórias de sua infância, misturadas com histórias das estrelas de rádio de antigamente. Entretenimento fácil, rápido, de qualidade absurda e, acima de udo, encantador.

Piratas do Rock


Mais um filme que fala sobre os anos de ouro do rádio, só que de uma outra forma, em um outro contexto. Uma das histórias mais originais - ainda mais por ser baseada em uma história real - Piratas do Rock fala sobre uma rádio pirata cuja sede era num navio ancorado no meio do mar. E a rádio vivia na clandestinidade porque tocava rock, 24 horas por dia, enquanto todas as outras, por influência do governo inglês, ainda repudiavam o nosso querido rock'n'roll. Muito divertido, e faz com que mesmo quem é viciada em Ipod tenha vontade de viver numa época em que as rádios eram referência em música. (Falando em música, a trilha sonora do filme é assim, sensacional)

De Volta Para o Futuro


O clássico dos anos 80 merece toda a fama que ganhou porque soube brincar com essa questão do tempo de uma forma divertida e ao mesmo tempo sensível. Porque quem nunca imaginou como eram a vida, a cidade, os costumes na época em que nossos pais se conheceram? Quem nunca imaginou que choque seria de colocássemos as ideias, o jeito de falar, de vestir do presente de frente com os do passado? É bem aquela coisa de "saudade do que não vivi". Só que sem pieguice e sentimentalismo.

Musicais antigos


Acho que se eu perguntasse pra minha avó do que ela gosta mais, de faroeste ou musicais, ela não saberia responder. Mas eu sei que puxei só a segunda opção (nunca consegui assistir um filme de faroeste até o fim, prontofalei. coisa chaaata…). E né, tem como não amar musicais antigos, com estética impecável e atrizes/cantoras que são referência até hoje? Destaco aqui três dos meus favoritos: A Noviça Rebelde, Os Homens Preferem as Loiras (pra mim é o melhor da Marylin) e meu preferido de todos, Agora Seremos Felizes.

Eu tinha uma amiga que dizia que odiava tudo que era de época, só assistia produções com cara de atuais. Mas gente, depois desses exemplos de filmes retrô, me diz, comoo não se deixar encantar por essas coisas com cara de velhinhas? ;)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Os figurinos de Clueless

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Eu vi esse video há alguns dias, tentei fingir que passou batido, mas minha consciência não permiiu que eu deixasse esse negócio fora do cronograma de poss deste blog, hahah.

Algum desocupado muito querido, certamente muio fã de Clueless (vulgo As Patricinhas de Beverly Hills), fez esse vídeo com uma compilação de todos - todos - os looks que Cher (Alicia Silverstone) usa no filme. Na minha opinião, Clueless é o grande referencial, ao lado de Blair Waldorf e companhia na primeira temporada de Gossip Girl, do estilo preppy, colegial. De forma que este vídeo, além de um ótimo entretenimento, serve como breve material de estudo e inspiração de estilo.


Vale lembrar que eu mesma, no comecinho do blog, cheguei a fazer um post sobre a moda do filme. E vem cá, mais alguém fez a fãzoca e soube "dublar" as falas exatas dos trechos do video? Não? Só eu?E mais alguém quer MUITO uma versão em livro desses looks, tipo Sex and the City? *----*

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A moda de Princeton nos anos 60

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Eu sei que hoje tradicionalmente é o dia em que blogs do mundo todo se unem na nobre arte de postar fotos dos looks do VMA, elogiando as lindas da noite (aka mamãe Beyoncé, Britney bitch e Gaga incorporando Joe Calderone) e gongando as nem tão lindas assim (tipo a Nicki Minaj, que sozinha conseguiu preencher toda a cota de vergonha alheia do evento).

Porém, hoje eu não vou seguir o fluxo e postar sobre isso. Além do meu bode inexplicável pra fazer um post desse tipo, coisa que eu costumava adorar, tem também o fato de que eu encontrei algumas fotos de moda que possuem valor estéico e artístico muio maior que todos os looks de Katy Perry juntos.

No mesmo estilo daquelas fotos das meninas no colégio nos anos 60 e das jovens dos anos 40, a Life, mais uma vez a Life, nos mostra uma série de fotografias que têm como objeivo retratar o estilo das alunas da Universidade de Princeton.

O legal é que o ano em que as fotos foram tiradas, 1969, foi o primeiro ano em que mulheres foram admitidas em Princeton. Também era o auge da liberação sexual, do movimento hippie e, aparentemente, de um monte de gente linda e estilosa, que nos faz querer viver uma coisa tipo Meia Noite em Paris, pra ser transportada já pra esse lugar, nessa época:

(clique nas fotos para ampliar)








As fotos são de Alfred Eisenstaedt (o mesmo da foto do beijo na Times Square), e a história dessas fotos, da universidade nesse período da história, pode ser lida aqui

via Miss Moss

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Dica Musical - Ingrid Michaelson

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Talvez você não saiba ou não se lembre, mas é bem possível que você já tenha ouvido a música de Ingrid Michaelson. Se esse for o caso, corra e feche essa página, é sua última chance de não sair daqui com um vício irrecuperável na voz fininha e nas letras fofas dela.

Bom, se você continua aqui, prepare-se para ouvir as músicas mais oown possíveis! Ingrid Michaelson é uma cantora americana de 31 anos. Eu disse que você provavelmente já deve ter ouvido alguma coisa dela porque suas músicas já apareceram em várias séries, como Grey's Anatomy, Bones, Scrubs e One Three Hill.

Suas composições já foram adquiridas por Sheryl Cole e Sara Bareilles, e Ingrid já tem quatro discos lançados. Suas músicas mais famosinhas são The Way I Am, Parachute e Maybe


…mas ainda assim, minha favorita absoluta é You and I. Aliás, conheci e comecei a gostar do trabalho da Ingrid por essa música, que aparentemente está em toda santa playlist de músicas de amor no 8tracks. Voltarei a falar dela mais em breve, num próximo post, mas fala se tem como não amar uma música dessas (que atualmente é trilha do comercial da Nivea, se não me engano)


Don't you worry there my honey,
We might not have any money,
But we've got our love to pay the bills... ;)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Sabe o que é vontade de descontar insatisfação em comida? Então, a vibe é essa. Só que disfarçada de frozen yogurt pseudo-light.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

5 motivos para assitir Amor A Toda Prova

 ou "porque este filme é a melhor comédia romântica dos últimos tempos" - e é mesmo

Há umas duas semanas, fui assistir ao filme Amor a Toda Prova, que estreia nos cinemas em circuito nacional nesta sexta. E olha, acho que foram duas das semanas mais loongas possíveis, porque a vontade que eu estava de falar dele aqui era enorme! Enfim, sem perder mais tempo, confira 5 motivos pra não deixar de ver esse filme:

1 - Parece mas não é
É muito difícil existir hoje uma comédia romântica que consiga se isolar completamente de qualquer clichê. Existem até aquelas que lutam e evidenciam claramente que não querem fazer parte do grupinho de filmes bregas de amor, aquela coisa meio coxinha, tipo o Friends With Benefits. Mas até essas acabam comendo no prato onde cuspiram e caindo no velho romantismo incurável de Hollywood em algum momento. Com Amor a Toda Prova não é diferente. O grande trunfo é que souberam como colocar esses sentimentalismos de forma que o filme não ficasse bobo nem parecesse figurinha repetida. A trama entre Cal, o pai quarentão que é traído pela mulher e não sabe viver como solteiro de novo, e Jacob, o pegador que vai ensinar tudo o que Cal precisa reaprender sobre mulheres, lembra um pouco trama de Hitch - O Conselheiro Amoroso, mas não é. Tem até uma referência a Dirty Dancing, coisa que me parece que já está ficando chata e nada original - porém, mais uma vez, , em Amor a Toda Prova não é assim. Quer dizer, você vai assistir o filme achando que já sabe o que esperar. Mas no fim, vê que ele é muito mais do que você esperava.


2- Elenco
Eu poderia falar que Steve Carrell é sempre ótimo, e de fato está perfeito e muito, muito bem como protagonista desse filme. Eu poderia falar que Emma Stone é demais, melhor atriz jovem atualmente, e qualquer filme que ela faz vale a pena assistir. Eu poderia falar ambém que Julianne Moore tá uma coisa assim, que faz com que você queira nascer de novo, de preferência ruiva e linda como ela, e acho que também daria pra dizer que o elenco infanto/juvenil é fora de série. Mas vou parar de falar pra deixar vocês com ele, lindo lindo lindo num papel que parece que foi feito sob medida: Ryan Gosling.



3- Personagens
Se tem uma coisa que eu odeio quando termino de ver um filme é perceber que o diretor ou o ator não conseguiu dar personalidade ao personagem. Às vezes não dá a impressão de que o filme só da uma pincelada superficial naquele personagem e acha que tá tudo bem (quando na verdade isso é péssimo)? Pois é, coisa linda de Deus é quando a gente encontra um filme em que até o garoto de 13 anos é muito mais legal e complexo do que você imaginaria. Porque, na minha opinião, pra um filme ser bom, ele tem que fazer com que você embarque na história e nas histórias de cada personagem, tem que criar uma empatia, pra que você no mínimo se importe com o que vai acontecer e queira assistir até o final. E se tem um filme recente que consegue fazer isso magistralmente, esse filme é Amor a Toda Prova.


4 -É pra rir e pra chorar (e pra ficar com sorrisinho simpático, e pra se inspirar...)
 Vou confessar que isso é um clichê meu. Em toda santa resenha que eu escrevo, se o filme tem essa coisa de conseguir incuir no especador uma variedade de sentimentos, de piedade a gargalhadas, eu faço questão de destacar. Mas acontece que esse item é extremamente especial em Amor a Toda Prova. É uma comédia, sim, mas uma comédia que tem início na tristeza da separação. Uma comédia que faz você rir, sim, e bastante mas também faz você colocar as mãos nos olhos durante uma cena constrangedora, e também faz algumas lágrimas escaparem numa cena mais comovente. Eu acho isso tão importante porque, no final, a vida é assim, né? Tem que ter um pouco de tudo pra a gente dar valor e continuar sgeuindo até as próximas cenas. E não sou só eu que acho essa mistura muito acertada. A crítica da Rolling Stone sobre o filme diz que "O que faz de Amor a Toda Prova um bom filme são os atores que deixam a dor escoar por entre as risadas". E a da Entertainment Weekly é melhor ainda: "É um filme que entende o amor porque entende a dor". Exatamente.



5- Tem como não amar?
É, porque é sobre amar, e sobre amor que esse filme realmente é. Não precisa de razões, nem de motivos, nem de um raciocínio lógico super apurado. É um filme que só exige um pouco de sensibilidade e de nada de preconceito com o gênero para ser apreciado em seu melhor. E isso não quer dizer que seja um filme vazio. Pelo contrário, super dá pra pensar, refletir, pra obsservar o comportamento humano de um viés muito legal. Mas, acima de tudo, é um filme pra assistir com o coração. De preferência bem aberto, porque você vai ver, não tem como não amar ;)


Amor a Toda Prova estreia nos cinemas nesta sexta. Veja o trailer aqui

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Princesas Disney e os vestidos de suas épocas

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No post de ontem, mostrei algumas fotos de como garotas dos anos 1940 se vestiam e curtiam a vida. Hoje, o post vai mostrar maais uma vez o modo de se vestir de algumas garotas cujas histórias de vida aconteceram num passado distante. Mas, enquanto as garotas dos anos 1940 eram meras desconhecidas, tenho certeza que as meninas de hoje são um pouco mais famosinhas.

A gente conhece bem as Princesas Disney, e conhece também cada detalhe de seus vestidos, né? O azul da Cinderela, o amarelo da Bella, o rosa da Aurora, todos eles. Mas você já parou pra pensar se eles realmente refletem a moda da época em que elas "viveram", tipo o séculos XVI, XVII?

Eu nunca tinha parado pra pensar nisso até ver o trabalho da ilustradora Claire Hummel. O trabalho que ela fez é fruto de muito estudo de história da moda e de muita paixão pelas princesas. O resultado final é esse: ela desenhou cada uma das princesas vestidas com roupas típicas do período em que se pasavam suas histórias. Olha que demais:

Bela Adormecida e vestido baseado na moda de 1485

Pocahontas com roupa e pinturas baseadas nos índios americanos do século 17

Cinderela e vestido baseado nos anos 1860

A roupa da Jasmine é baseada em desenhos da época do pré-islamismo no Oriente Médio

Branca de Neve baseada no estilo do século 16 na Alemanha

Vestido de noiva de Ariel baseado na moda de 1890

Bella inspirada na moda da corte francesa de 1770

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Moda jovem dos anos 40

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Então que eu tô fazendo, ou melhor, planejando fazer um trabalho beem grande sobre ser jovem, sobre a juventude. Daí que, enquanto pesquisava referências, tendências e coisas interessantes sobre o tema, caí nesta que eu considero um das descobertas fotográficas mais legais que eu já vi na vida.

As imagens são da Life, e mostram garotas jovens, adolescentes, dos anos 1940, em momentos normais na vida de qualquer menina dessa idade: com as amigas, dançando, se arrumando em frente ao espelho, conversando com o boy magia. O mais legal de tudo é ver que essas garotas, que têm idade pra ser hoje nossas avós, e que foram criadas com alguns valores tão diferentes dos nossos, nas fotos parecem tão próximas e tão familiares que podiam ser nossas amigas. Ou nós mesmas.

(clique nas fotos para ampliar)

Adolescente usando jeans e camisa xadrez maior que seu tamanho, o que era um look normal para ser usado em casa, depois da escola; 1944

Close de garota tomando milkshake e exibindo seis diferentes pulseiras com plaquinha de identificação;1944

Garotas dançando na sala de estar de casa durante um social, comendo e bebendo Coca-Cola; 1944

Garota usando camisa e calça do irmão mais velho (prequel do estilo de Annie Hall, será? haha); 1944

Amigas usando suéteres com estampas de animais (moda reinventada por Rachel Berry); 1945

Modelo Madeline Balcar aos 16 anos usando saia de cintura alta, blusa de lã manga curta e lencinho amarrado no pescoço; 1949

Madeline Balcar sendo cortejada com um vestido de bolinhas; 1949

As fotos são de autoria de Nina Leen. Pra a gente ver que as coisas mudam, sim. Mas a essência é quase sempre a mesma. ;)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Historinhas com pictogramas

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Semana passada, estava eu comentando aqui sobre como alguns designers às vezes deixam a criatividade de lado e, na boa intenção de querer fazer um trabalho legal, fazem o que, na verdade, todo mundo já fez: posteres de cinema em versão minimalista. Não que seja uma coisa ruim, mas né, não costuma variar muito.

Enfim, hoje vim mostrar aqui um projeto levemente diferente.O designer Vikor Herz tinha feito, um tempinho atrás, uma série de pôsteres em versão pictograma. Pictograma são esses desenhos bonitinhos e fáceis de assimilar, com bonequinhos no estilo homem palito, que a gente sempre vê em placas de trânsito. O resultado foi um trabalho divertido e fora da obviedade.

Agora, um outro projeto, também super bacana, tem os bonequinhos como imagem principal. Pictogram History mostra hisórias imporantes do mundo - de Star Wars à vida de Jesus Cristo - ilustradas pelos tais bonequinhos:






Seriam os pictogramas o novo minimalismo no design? ;P

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Acho que ter ficado ouvindo muitas músicas animadinhas (tipo essa) esses dias me deixou assim, com uma vontade louca e irresistível de dançar. Como se ninguém estivesse olhando :)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Reinventando obras de arte

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As pessoas que leem este blog aqui (ou seja, você que está lendo neste momento e mais uma meia dúzia de lindos ;) devem achar que eu estou ficando louca, que eu estou esquecendo que já fiz posts com temas semelhantes num curto espaço de tempo, ou que simplesmente eu não tenho noção e acho bacana repetir assunto. Mas não é nada disso. Eu só acompanho o inconsciente coletivo da galere artística, só isso.

Veja essas úlimas invenções, por exemplo. Um pessoal muito do desocupado, provavelmente ficou entediado de olhar sempre pras mesmas pinturas clássicas que a gente já tá cansado de ver. Daí, o que fizeram? Decidiram intervir nas obras de arte, modificar suas perspecivas originais e ambém dar aquela trollada básica, por quê não, né?

Os exemplos disso são dois trabalhos. O primeiro se chama God Has Been Busy, e mostra o Deus da imagem de Michelangelo, da Capella Sistina, em situações, vamos dizer, não muito divinas...






A série na íntegra pode ser vista aqui

O segundo exmplo é ainda mais engraçadinho. Alguma crazy cat lady da vida deve ter dado a ideia de colocar gatinhos fofinhos em quadros, e aí o resulado é esse: persnonagens de pinturas super famosas do renascimeno foram simplesmente substituídos por vários Garfield's :)



A série na íntegra pode ser vista aqui

Vale lembrar que esse negócio de fazer gracinha com telas famosas também não é de hoje. Já houve uma série de quadros do Renascimento que foram mesclados com rostos de celebridades, num trabalho de photoshop sensacional.


A série na íntegra pode ser vista aqui

 Até Maurício de Sousa já colocou a querida Turma da Mônica nessa situação artísica (no que foi chamado de "Turma da Mônica em Quadrões"):


Moral da história: para ser uma obra de arte clássica, tem que saber aguentar as consequências (e os remakes, e as trollagens... ;)