sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Os melhores clipes - Shows

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No mesmo esquema do post de ontem, esse também contém cenas fortíssimas pra quem curte e/ou tem vontade de ir em grandes shows. Cuidado, se você sofre por não poder comparecer a esses eventos lindos no momento, há risco de frustração e depressão.

Por outro lado, boa música nunca é demais, né? Bons clipes, então, melhor ainda. Ainda não formei uma opinião se rola mais por falta de criatividade ou grana ou por realmente ser algo bacana de fazer, mas o fato é que vários artistas investem, de vez em quando, em clipes que mostram seus shows. Alguns têm o bônus de mostrar os bastidores da turnê também.

O resultado não tem como ser ruim. Selecionei aqui alguns dos meus favoritos como prova:

Coldplay - Fix You


A música é linda, só queria começar dizendo isso. Mas enfim, o clipe começa calminho, num cenário X, e só começa a valer a pena quando Chris Martin chega ao palco do show, em frente a um estádio lotado. Dois pontos muito legais: se você sempre faz parte da multidão na plateia, vai ter uma ideia da visão monstruosa que os músicos têm do palco. E vai sentir o coração quentinho ao lembrar dos bons momentos que passou em shows quando ouvir a parte em que toda mundo canta junto a música.


Nirvana - You Know You're Right


Foi com essa música que eu comecei a gostar de Nirvana. Lançada em 2002 (quando alcançava o primeiro lugar do Disk MTV quase todo dia), é um dos últimos registros musicais de Kurt Cobain, perdido lá nos anos 90 e resgatado anos depois. É legal porque você vê o perrengue que é uma banda de rock, em meio a dorgas e tudo que se tem direito. Mas vê também que, mesmo com tantas auto-trollagens, mesmo com shows que certamente eram um tanto #fail (não estou falando arbitrariamente, leia mais sobre isso aqui) a música era boa. Assim, muito boa.


John Mayer - Free Falling


Eu achava que quando a gente ouve uma música pela primeira vez e gosta, a gente é meio que educado por ela. Quer dizer, a gente adquire sem querer uma tendência a acreditar que essa é a melhor versão possível e que qualquer cover não vai chegar a altura. Depois que comecei a assistir Glee meio que não acredito muito mais nisso, mas foi com John Mayer que comecei a duvidar desse conceito. Num show que faz parte de um dvd que ele lançou, há um cover de Free Falling, música de Tom Petty. Posso falar? A versão cover é infinitamente melhor. Nível humilhantemente melhor. Foi mal, Tom Petty.


Kelly Clarkson - Breakaway


Música preferida dos meus 14, 15 anos, Breakaway preenche bem a cota pop deste post. É um show de fatores emocionantes pra quem tem nostalgia de show: dá pra ver a galera na fila, os gritinhos, as mãozinhas pro alto e o melhor, dá pra ouvir a ótima voz da Kelly ao vivo, cantando uma das melhores músicas de sua carreira. Aliás, saba que a música foi escrita pela Avril Lavigne?


Avril Lavigne - Losing Grip


Um clipe da Avril em seus melhores dias, quando ela ainda tentava com todas as forças ser rock de verdade (porque agora que quero acreditar que ela desistiu, né, gente? é triste, mas não dá). Na verdade, Losing Grip é um clipe produzido, não é uma cena de show real. Mas vale porque cumpre o mesmo papel dos clipes filmados durante os shows: provoca aquela admiração pela qualidade do artista (quando isso ainda era possível) e faz você querer muito estar no lugar dos fãs (no caso, dos figurantes) do clipe ;)


Foster the People - Pumped up Kicks


Vou ser bem direta: quer ver gente cool em cenas super cool de bastidores de uma turnê esgotada pelos Estados Unidos e com uma música de fundo que pra mim é de longe uma das melhores desse ano? Então assiste esse clipe. E lê esse post no qual eu já falei mais sobre essa ótima banda nova aí de cima.


U2 - Sunday Bloody Sunday


Eu sei que tem muita gente hoje que acha que o Bono é meio coxinha. Mas pra mim ele sempre vai ser um dos caras mais legais da música. Ver esse clipe ajuda muito a sustentar minha opinião. Como resistir a Bono com esse cabelo comprido, essa calça coladinha e esse show nos anos 80 com esse cenário alternativo. Prova que o tiozão de hoje super pode ter sido o jovem dahora de ontem, hahaha.


Los Hermanos - O Vencedor


Vou confessar que só gosto de duas músicas dos Los Hermanos: Ana Júlia e essa. Fui completamente conquistada pelo clipe. Um dia passando pela MTV, ele me chamou a atenção, e eu parei pra assistir. E não tem como explicar tanta coisa boa junta: a letra, a melodia, a fotografia, a beleza da alegria que as pessoas passam no video. É tudo muito legal, tudo muito além de qualquer pseudo-intelectualidade que costuma ser associada à banda ou mesmo aos fãs da banda. É muito bonito ver as pessoas sem medo de serem felizes, porque é esse o sentimento que um show deve criar, né?


Enfim, se deu aquela vontade instantânea e incontrolável de se teletransportar pra esses shows, bem vindo ao clube ;)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Os festivais de música no cinema

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Então aí está você, toda(o) trabalhada(o) na melancolia porque não deu pra ir no Rock in Rio. Ou não, vai ver você só está tendo alguns picos de vontade de ter ido, mas nada demais. Talvez nem isso, talvez você esteja dando graças a Deus por estar em casa e poder assistir aos shows debaixo do cobertor, sem ter que encarar os perrengues desse tipo de evento. Seja como for, o post de hoje vai servir pra das duas uma: ou seu desejo de ir pra um grande festival de música vai aumentar muito ou, se ele já foi grande, chances existem de você entrar numa séria depressão/frustração #danger.

Eu costumo dizer que a cultura pop tem um ingrediente fundamental e essencial em todos os seus "produtos': o escapismo. Mas, nesse caso, dá pra a gente avaliar de uma outra perspectiva. Os filmes a seguir, no nosso contexto atual em que RiR domina todos os veículos, não servem como uma válvula de escape da realidade. Servem como uma maneira de a gente mergulhar ainda mais nesse mundo mágico dos festivais, mesmo sabendo que ele não nos pertence. É algo tipo ficar triste por estar gorda e ir pra cozinha fazer uma panela de brigadeiro pra se consolar.

Enfim, pra quem já foi ou morre de vontade de ir, tem alguns filmes que falam sobre festivais e shows de música de um jeito absolutamente irresistível - aos olhos e aos ouvidos. Me lembrei de quatro deles. Olha só:

Festival Express


Mais um documentário do que um filme, Festival Express era o nome do trem que transportou graandes astros da música nos anos 60 durante uma turnê pelo Canadá. É muito bom por vários motivos. Primeiro, como não se interessar pelos bastidores de uma louca Janis Joplin em serviço? Segundo, se você acha que confusão na hora da entrada, gente muito louca e multidão pra ver artista internacional são coisas atuais (ou coisa que só acontece no Brasil), surpresas te aguardam. E terceiro,como não amar essa coisa linda que foram os anos 1960, né?

Mas ó, melhor parte: dá pra assistir o filme todinho online, no youtube. Tá bom ou quer mais?


A Mighty Wind


Se você, de acordo com a diva - só que ao contrário - Claudinha Leitte, não é Hitler e não é um roqueiro preconceituoso, não vai achar um abuso eu falar de um filme sobre música e sobre shows, mas definitivamente não sobre rock. A Mighty Wind conta a história dos integrantes de uma banda que, 20 anos após o auge do sucesso, concordam e fazer um show de reunião. É fofo, é bonito, é divertido. E né, quem nunca se iludiu que uma banda querida já separada voltasse a fazer boa música como nos velhos tempos (Noel e Liam Gallagher, se um dia vocês pararem de brigar, aceito o Oasis de volta como se nada tivesse acontecido, viu)?


This is Spinal Tap


Dizem que This Is Spinal Tap é o filme de rock mais divertido ever. Não sei se procede, mas pela sinopse já dá pra ter uma ideia de que a coisa promete: em 1982, a banda (fictícia) de heavy metal Spinal Tap faz uma turnê pelos Estados Unidos, acompanhada por um fã que está fazendo um documentário sobre ela. Não é preciso muito tempo pra imaginar que essa junção de metal dos anos 80 + gravações estilo documentário + fã vai resultar numa coisa muito trash e muito amor, né?


Aconteceu em Woodstock


Que Woodstock é o festival mais icônico e famoso de todos os tempos, todo mundo sabe. Mas você sabe como se deu a ideia pra fazer o festival, como conseguiram o lugar, como montaram a estrutura, e como foi o caos que se instalou naqueles três dias? Em Aconteceu em Woodstock, o destaque não são exatamente os shows, mas o festival em si - e as pessoas que foram, e as dorgas, e tudo isso que a gente sabe que rolava, mas não tinha visto de uma forma tão legal ainda. E destaque também para os ótimos personagens, com bônus de ter dois atores conhecidos em papéis quase irreconhecíveis (dica: um já fez Glee e outra fez Harry Potter ;).

Deixe de alguns outros filmes relevantes e de acordo com o tema aqui porque não quero ser mala, mas não posso deixar de mencionar Quase Famosos, Febre de Juventude e Detroit Rock City como ótimos, ÓTIMOS exemplos de filmes pra quem ama música, shows e festivais.

E desculpa se eu fiz sua vontade de ir a um deles aumentar. Também tô sofrendo com esse escapismo ao contrário :)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Tudo que eu quero é ter uma folguinha das obrigações e tudo que eu ganho é mais coisa pra fazer. Essa é a vida que eu não quis, mas aparentemente é o que tem pra hoje (e o que teve pra ontem, e o que terá pra amanhã...)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Rock is here to change your life

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Lembra do "Dear Photograph", um projeto fotográfico muito legal em que o objetivo era pegar uma foto sua antiga e colocá-la sobreposta ao mesmo local nos dias de hoje (a explicação está só um pouquinho confusa, por isso vai aqui o link)? Então, quando a gente acha que as pessoas não conseguem ter mais ideias boas nesse nível, somos surpreendidos novamente.

Veja só esta campanha, por exemplo. Ela foi feita para uma rádio francesa (Oui FM, nome mais amor impossível) e ganhou o título de "Rock is here to change your life". A ideia não é exatamente a mais original do mundo, mas vai dizer que o resultado dessa sobreposição de discos consagrados com os cenários reais das capas deles não ficou incrível?

clique para ampliar




A série completa pode ser visualizada aqui

E se bater uma vontade de incorporar o clima musical e fazer fotos divertidas e ótimas tipo essas, o We Heart It tá cheio de exemplos criativos prontos para servirem de inspiração ;]



;)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quote nossa de cada dia

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Moda de Woodstock now and then

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Você que está lendo este post nesse momento, se for uma pessoa bem servida em relação a blogs, com um reader cheeio de várias publicações deles toda semana, já deve estar sofrendo há alguns dias com um mal que assola a comunidade blogueira: os posts sobre como se vestir em um festival.

Eu também estou de saco cheio, por dois motivos: um porque, até onde eu sei, não vou em festival nenhum, e dois porque com as dicas das blogueiras, a menina ficaria uma linda no Rock in Rio ou no SWU, certeza. Mas acho difícil incorporar de verdade o estilo hipster-fofa-Coachella de se vestir nesses shows, onde, na minha humilde opinião, conforto deve prevalecer sempre, acima de tudo. E vamos cair na real, quem pessoa minimamente fã e séria fica colocando um monte de colar, pulseira e penduricalhos mil pra frequentar esse tipo de evento, né?

Alfinetadas a parte, venho por meio deste dizer que o que eu estou fazendo aqui também é um post sobre moda e festival de música, mas não no sentido apresentado. Não sei se vocês já ouviram falar do Woodstock, o pai de todos os festivais que se sucederam. Pois é, o Woodstock também lançou muita moda, muito look divertido e inspirador.

Em 2009, o Woodstock completou 40 anos desde sua realização. Para comemorar, a Life fez um estudo das tendências do festival, lá em 1969, que continuam na moda até os dias de hoje. Olha só:

Essa super bata ou vestido que se chama Caftan em duas versões: 1969 e 2009

O colar com o símbolo hippie

 As franjas nas peças

Headbands!

Lenço na cabeça

Jaquetas estruturadas + calças listradas

A galeria completa pode ser vista aqui. E beijo pra quem, asism como eu, queria muito um Woodstock na vida, mas vai ter que se contentar om Katy Perry (é o que tem pra domingo :)

No Repeat

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Christina Perri - Arms

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Semana de muito trabalho, gente desnecessária e sono de menos. Tudo que eu quero é poder relaxar, ouvir música boa e sonhar com uma vida tão boa quanto, pode ser?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tumblr legal do dia: Lyrics to live by

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Se você curte o We Heart It ou o Tumblr, já deve ter visto milhaares de vezes aquelas fotos hipsters com alguma letra de música reflexiva pra ilustrar. Eu particularmente adoro achar essas quotes pelos sites, porque pra mim elas aparecem assim, do nada, e aí quando você atualiza a página, a enxurrada de gifs e maais fotos hipsters já tratou de sumir com elas. Seria bom se existisse um site pra a gente ver só essas versos inspiradores, né?

Pois é, agora tem! O Lyrics to live by pega trechinhos de músicas, padroniza num design bem clean e pronto, sua quote para pensar na vida está pronta, na dashboard mais próxima ;)







Tô só esperando o dia em que alguém vai transformar tudo isso em post-it e vender pra decorar o quarto. Eu compro, juro.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Makeover - só que ao contrário

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Como essa semana é marcada pelo começo da fall season, devo dizer que estarei meio monotemática e empolgada esses dias, haha. Uma das séries que a galere mais está esperando pra ver no que dá, é New Girl, com a deusa indie Zooey Deschanel. A personagem dela é Jess, uma garota meio desajeitada e sem noção que, após um término de namoro traumático, se muda do apartamento onde morava com o ex para morar com três marmanjos, que devem preencher bem a cota de humor da série.

Até aí ótimo, legal, curioso. Mas aí, se a gente parar pra pensar um pouco, será que Zooey Deschanel, com aquele cabelo incrível, aqueles olhos azuis e aquele estilo fofo, consegue passar a imagem de uma pessoa desprivilegiada na vida, uma pessoa desapegada de valores mundanos como beleza e cordialidade, haha? Os americanos definem a personagem dela como "dork", uma palavra que condiz tanto com a situação que eu nem sei traduzir com exatidão.

Assisti o piloto da série, e tenho minhas dúvidas. Zooey está engraçadinha e adorável no papel, sim. Poréem, pode ser um preconceitozinha da minha parte, mas ainda é um pouco difícil de acreditar que uma pessoa com o aspecto físico dela seria assim, tão desprendida…


Daí que eu fiquei pensando em outras atrizes liindas que já tiveram que fazer papel de feia, ou de nerd, ou dos dois. E se elas conseguiram de fato passar essa imagem para a personagem. Além de Zooey, o primeiro exemplo que me vem à cabeça é: Anne Hathaway.

A coitada já passou pela situação duas vezes. Primeiro, n'O Diário da Princesa, onde temos Mia antes do makeover, com aquele cabelo quebra-escova, e Mia depois do makeover, literalmente princesa. Nesse caso, Anne foi perfeita. Não sei se o fato de ainda ser uma atriz em início de carreira na época ajudou, mas Mia A.M. era muito, muito realista, uma personagem super bem interpretada. Tanto que eu super acreditava nas primeiras vezes que vi o filme que eram duas atrizes diferentes.


Agora, Anne passa pela nerdeza de novo em One Day, adaptação do best seller que aparentemente o mundo todo já leu, menos eu. Por isso, pouco posso dizer sobre a persinagem dela, Emma, a não ser a definição que uma amiga minha fã da história me disse: "A Emma é toda cagada". Pois é, será que dessa vez Anne, a deslumbrante apresentadora do Oscar, segurou a onda de ser zoadinha?


Outra atriz linda que fez um papel naaada voltado para beleza é Emma Stone. Em Histórias Cruzadas ("The Help", um dos melhores filmes que vi nesse ano!), ela é Skeeter, uma aspirante a escritora que não curte a vida fútil, os vestidos rodados e os cabelos cheios de laquê das mulheres de sua cidade, e super assume os cachinhos naturais, os óculos e os vestidos feinhos. E na única situação em que tenta dar um jeito nas madeixas, bom…se você tem cabelo volumoso e pega muito vento, deve imaginar o que acontece.


O legal é que esse negócio do makeoever ao contrário com as famosas não acontece só no cinema. Há clipes que também se utilizam dessa mesma temática. O melhor exemplo disparaaado disso é Katy Perry em Last Friday Night. Aliás, Katy Perry não, Kathy Beth Terry, seu alter-ego nerd, de jardineira e aparelho estilo capacete, ou seja, um combo genial. E acho que ninguém interpreta esse papel mais brilhantemente que ela. Porque na vida real, Katy parece ser uma dessas pessoas que a gente definitivamente não vê muito por aí: linda, talentosa, mas nem um pouco afetada, que sabe que a vida é muito melhor se a gente escolhe levar tudo no bom-humor :)


Por fim, mais uma representante da pseudo-nerdeza em clipes é Taylor Swift em You Belong With Me. Na verdade, o que mais chama a atenção nem é tanto o visual, mas o fato de a personagem dela ser divertida, dançar no quarto like no one's watching com camiseta velha, essas coisas de gente como a gente. Taylor também deve ser uma pessoa mais divertida, porque não é qualquer uma que encararia brincar com a sua imagem assim (consegue imaginar Britney num clipe desse tipo? E Christina Aguilera então, jamais! hahah). Meesmo assim, ela é tão perfeitinha que ainda acho que a personagem não ornou…foi mal, Taylor :S


Repare que óculos são praticamente pré-requisito pra enfeiar a pessoa, hahaha. Mas acho bem legal a iniciativa tanto das atrizes quanto das cantoras de investirem em trabalhos bem humorados, com toques de auto-depreciação. Porque sério, alguém ainda tem paciência e tempo pra perder na vida vendo personagens perfeitinhas e inacessíveis? ;P

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

As novas caras das séries

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Começo de temporada das séries é sempre um período de muita expectativa. Primeiro, pra ver as novidades e descobrir os segredos que estão em suspense desde as seasons finales. Segundo, pra assistir as novas séries e ver quais vão emplacar e quais serão canceladas. Terceiro, pra ver quem são os novos atores que em breve serão os novos queridinhos de Hollywood.

É sobre eles que pretendo falar um pouquinho aqui. Em anos passados, já tivemos vários exemplos de gente que estreou em séries e alcançou um nível de fama enorme - vide desde o elenco de Friends e Sex and the City até os mais recentes Gossip Girl e Glee. Ou seja, grandes chances de a gente ver rostos antes completamente desconhecidos daqui a pouco estampando capas de revistas e aparecendo cercados de paparazzis todos os dias no JustJared.

Sem mais enrolação, veja algumas das fresh faces que prometem roubar a cena nas novas séries:


Resumo da personagem: Em 2 Broke Girls, Beth Behrs interpreta uma garota que era rhyca, mimada pelo papai, uma coisa assim, Paris Hilton way of life. Era. Agora, teve boatos que ela ta na pior, e tem que começar a trabalhar e morar com uma garota que nada tem a ver com ela.

Trabalhos anteriores: Fez muitas peças de teatro e musicais, mas as únicas experiências na frente das câmeras foram pequenos papéis nas séries Castle e NCIS: Los Angeles

Por que ela tem chances de brilhar: Acho que vale ressaltar que sua colega de cena é ninguém menos que Kat Dennings, uma das melhores atrizes jovens que eu já vi (lembra dela em Nick & Norah?). Além disso, a série parece ter piadas bem boas e uma trama que tá um pouco em falta: em vez de um grupo de amigos, as protagonistas são apenas duas. E sou só eu ou mais alguém sente uma vibe Rachel Green na 1ª temporada de Friends com essa personagem??



Resumo da personagem: Em Suburgatory, Jane Levy interpreta uma menina de Nova York que vê seu mundo cair quando o pai resolve se mudar pro subúrbio e ficar amigo de pessoas afetadas e cheias de plásticas.

Trabalhos anteriores: participou da série Shameless e está envolvida em vários filmes ainda em gravação ou pré-produção.

Por que ela tem chances de brilhar: a trama parece ligeiramente algo que a gente já viu por aí (lembra um pouco Confissões de uma adolescente em crise, por exemplo). Mas, sem dúvida, o ponto forte, a essência da série, é essa menina. A personagem é completamente o centro da história (tem inclusive narração dela, estilo Carrie em SATC), e parece ela que será uma menina esperta e inteligente presa numa vida de m*, ou seja, com sarcasmo pra dar e vender (coisa que a gente ama, né?).


Resumo da personagem: Em Grimm, David Giuntoli interpreta um detetive que descobre que, na cidade em que vive, criaturas dos contos dos irmãos Grimm que existem de verdade, de uma forma bem sinistra, eu diria. Ele comeca a investigar e a lutar contra essas forças do mal.

Trabalhos anteriores: Este já tem uma certa experiência na TV americana. Já apareceu nas séries Privileged, Eli Stone, The Deep End e fez um soldado gay em Grey's Anatiomy.

Por que ele tem chances de brilhar: Eu nem precisaria falar porque tá na cara, mas vamos lá: alguma dúvida de que este senhor aí em cima será considerado o novo gato da temporada, do semestre, do ano?? Para mim não tem necessidade de mais nada, mas dizem por aí que a série e uma das maiores promessas dessa leva, e de fato tem uma trama totalmente inesperada e caracterização impecável. Com David como protagonista, certeza que ouviremos falar mais dele muito em breve.


Resumo da personagem: Em American Horror Story, Taissa Farmiga interpreta a filha adolescente de uma família que resolve se mudar de casa para fugir de más lembranças do passado. Poréem, quando se mudam para a nova casa, que na verdade é uma antiga e medonha mansão, eles vão ver que as coisas tendem a ficar piores - e bem mais assustadoras.

Trabalhos anteriores: Estrelou o filme indie Higher Ground, dirigido por sua irmã, a atriz Vera Farmiga (de Amor sem Escalas).

Por que ela tem chances de brilhar: Eu particularmente acho muito legal essa onda de atrizes teen que não fazem apenas produções voltadas ao público teen, mas fazem também trabalhos adultos e bem interessantes - vide Dakotta Fanning, Abigail Breslin, Hailee Steinfeld - e acho que Taissa Farmiga, de 16 anos, pode entrar nessa onda. Além disso, essa pegada meio terror da série, coisa que até faz parte de uma tendência mas ao mesmo tempo parece ser bem original, faz com que ela tenha grandes chances de emplacar.


Resumo dos personagens: Em Glee, ambos atores vão entrar na terceira temporada, sendo que Damian será o novo interesse amoroso de Brittany, enquanto Samuel será um parente de Puck.

Trabalhos anteriores: ambos são totalmente novatos na tv, e foram revelados no reality The Glee Project, do qual saíram vencedores e ganharam papéis coadjuvantes na 3ª temporada da série.

Por que eles têm chances de brilhar: Porque hoje, basicamente, basta a pessoa ser boa e aparecer em Glee que pronto, sua reputação já esta feita. Vide o que aconteceu com Charice, que fez apenas dois episódios da série e fez sucesso na hora, e com aquele maravilhoso do Darren Criss, que entrou como coadjuvante na temporada passada e hoje faz parte do elenco principal.

O jeito agora é ir acompanhando e ver qual deles vai se destacar mais - ou qual vai flopar, haha. Happy Fall Season pra você também ;]

Fonte: TvLine

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Guia ilustrado para a vida

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Olha, vamos falar a verdade, a vida tá difícil, né? São tantas trollagens, tantos planos que saem fora do previsto, tantas situações desagradáveis e tanta gente desnecessária que, realmente, como diria Kátia, não está sendo fácil. Porém, talvez hoje, depois de ler este post, seus problemas podem ter um fim.

O site Good começou uma série de guias ilustrados, conjunto intitulado "The Rules". O próprio site define os quase infográficos de "guias ilustrados de etiqueta moderna", ou seja, aquela ajuda básica que todo mundo deveria consumir no cotidiano.

O legal é que as dicas não tem nada daquela etiqueta mais social que a gente conhece, são coisas bem descontraídas mesmo. Desde como superar um coração partido até como recusar um pedido de dança numa festa. Simplesmente genial.

(clique nas imagens para ampliá-las)






Para ver a série completa, clique aqui

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Top 5 - Professores mais legais dos filmes

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Chega um momento da vida em que, depois de tantos anos escolares, tantas experiências sofríveis com provas e afins e tantas horas perdidas mandando bilhetinho ou dormindo em aulas de matemáica, a gente acaba ficando meio saturada, querendo que tudo acabe logo pra a gente finalmente poder se ver livre de escolas, faculdades e cursos por aí.

Então que, às vésperas e uma semana infernal (apelido carinhoso para a linda semana de provas), parei pra pensar em como seria mais agradável e mais fácil de lidar se todos os professores colaborassem para o bem estar da nação estudanil, né, gente.

Ao contrário da realidade, no cinema e na TV não é nenhum pouco difícil encontrar professores legais, gente fina, inspiradores mesmo. Gente que entende do que leciona e sabe passar de forma certeira e até bem criativa para os alunos. Selecionei 5 deles para dar o exemplo à classe:

1 - Dewey Finn (Escola de Rock)


Todo mundo já deve ter tido aquele professor meio louco, que faz a sala toda rir, mas que, aula e matéria mesmo, deixa um pouco a desejar. Esse estilo se aplica bem ao personagem de Jack Black em Escola de Rock, que entra na esocla para ser substituto de uma matéria que ele nem sabe qual é. Maas, não podemos deixar de lembrar de sua grande contribuição ao ensinar para crianças sobre o bom e velho rock. Além disso, é ele que faz Escola de Rock ser um filme super legal, que super consegue passar da média das comédias do tipo escolar ;]

2 - Katharine Watson (O Sorriso de Mona Lisa)


Outra professora transgressora, mas num contexto absurdamente diferente. A personagem de Julia Roberts é uma professora independente, moderna e super cool que vai dar aula num colégio só de garotas nos Estados Unidos dos anos 50. Todo mundo já deve ter tido também aquela professora que curte se intrometer na vida dos alunos, futricando em assuntos que acabam não sendo da conta dela. Katharine Watson tem um pouco disso, mas a gente consegue enxergar suas boas e feministas intenções quando quer que as alunas se foquem nos estudos, na carreira, e não só na vida de dona de casa. Acho bonito, acho inspirador, acho girl power.

3 - Mark Thackeray (Ao Mestre Com Carinho)


O professor mais clássico do cinema não poderia ficar de fora deste top 5. E olha, tenho que dizer que apesar de este filme ter um ar meio sentimentalista e uma trilha sonora que gruda na cabeça e te faz querer cantar junto loucamente, mesmo que isso pareça a coisa mais coxinha do mundo (e de fato deve ser), não tem como resistir. A história é bonita, o personagem é um doce e a verdade é que nenhum filme de professor ainda chegou ao nível amor de Ao Mestre com Carinho :]

4 - Ms. Norbury (Meninas Malvadas)


Eu costumo sentir empatia imediata com professoras que são divertidas, práticas e que entendem o nosso (muitas vezes desnecessário) drama, seja pessoal ou escolar/acadêmico. A personagem de Tina Fey em Meninas Malvadas é sem dúvida uma ótima representante disso. Quem não se lembra da cena do ginásio, em que ela comanda a épica reunião de todas as meninas cheias de raiva (e medo de Regina George) da escola? Vou confessar que prefiro mil vezes ter uma professora assim do que um professor lindo maravilhoso mas que só serve de enfeite na frente da sala.

5 - Mr. Schuester (Glee)



Eu realmente gostaria de poder falar mais sobre Mr. Schue, sobre como ele é legal e parceiro dos alunos, como ele é quase um amigão mesmo, como ele defende seus pupilos do Glee com unhas e dentes das garras de Sue Sylvester. Mas só consigo pensar numa coisa: tem como não amar um professor que dança Ice Ice Baby junto com a sala toda (e MUITO bem)?? hahahah


Para lembrar de mais professores noa 10 do cinema/tv, veja essa listinha aqui. E mostre também pra aquele professor que faz questão de ser mala, quem sabe ele se toca que não tá rolando, né... ;P

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Essa é a vida que eu quis

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A pessoa fica ouvindo essa música e vendo essa foto e de repente dá uma vontade de se apaixonar...aiai