segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Halloween: Looks do Dia

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Vou contar pra vocês o que eu estaria fazendo hoje se não tivesse que ir pra faculdade, depois ir trabalhar e depois chegar em casa com o combo cansaço+sono+fome: eu ficaria em casa, muito bem acompanhada do meu cobertor e do meu pacote de trakinas, fazendo maratona de filmes de halloween. Vida social, quem precisa dela, né?

Mas, como não vai rolar, o jeito é se consolar com os episódios de séries sobre o tema que vão ao ar hoje e relembrar dos nossos filminhos preferidos. Mais do que isso, relembrar das lindas personagens desses filmes, super ícones de estilo macabro, haha.

Enquanto os blogs sérios de moda fazem vários posts muito legais sobre inspiração de Halloween ou dicas de fantasias (pro caso de você ser uma pessoa badalada e ter uma festa dessas marcada na sua agenda - essa não é a minha vida, esse não é o meu clube), eu vou apelar para a trollagem e exibir aqui aqueles que eu considero os looks do dia mais inspiradores para este 31 de outubro:


Olha, só queria mandar um abraço e um "sinto muito" para as mulheres frutas e funkeiras desse Brasil, porque a verdade é que elas podem tentar bastante (mais do que já tentam), mas nunca conseguirão chegar a esse nivel de piriguetismo com classe de Elvira. A mulher usa 50 quilos de laquê, tira uma foto com uma cobra (insinuação mais sutil do mundo) e permanece incrível. E o melhor, todo esse piriguetismo dela se desenvolveu num mundo anterior ao advento do batom Snob. Muito diva, beijos.


Alguns anos antes de Sex and the City, já podemos observar que a ídola Carrie Bradshaw já existia dentro de Sarah Jessica Parker. Em Abracadabra, Sarah é a mais perua das três irmãs - e a mais perua dessa lista também. Reparem nos cabelos loiros compridos e babylissados, o make olho tudo, boca tudo também, o vestido ressaltando as curvas. Só faltou o par de sapatos by Manolo Blahnik pra completar o look.


Se atriz eu fosse, gostaria de fazer uma personagem tipo Bellatrix Lestrange. A mulher é totalmente louca, e olha esse visual, que coisa linda. Bellatrix faz um estilo meio alternativo, meio do rock, com cabelo desgrenhado, vestido podrinho, roupa preta monocromática, cinto de couro pra dar aquela acessorizada. Típico de uma pessoa que não liga muito pra aparência, preferindo se dedicar ao combate de Harry Potter e seus amigos.


Vandinha tem esse ar tão blasé, tão indiferente, tão superior, que eu não consigo classificar o estilo dela senão como hipster. Consigo imaginá-la perfeitamente falando sobre a origem sinistra de seu vestidinho estampado, a razão super complexa de ela usar essas duas trancinhas meticulosamente elaboradas no cabelo e reclamando que ela usava as golas nas roupas muito antes de terem virado tendência e peça repetida por Alexa Chung.


Finalmente, representando a classe dos zumbis, não poderia faltar a personagem mais romântica de todas. A Noiva Cadáver, apesar de ter essa cara indiscutível de desenho de Tim Burton, tem vários elementos fofos e delicados. Destaque para as florzinhas no cabelo e no vestido, o corpete tomara que caia com detalhes de renda, o véu esvoaçante, a sombra azul pra combinar com a fotografia do filme. Seria encantadora, se não fosse uma morta-viva.

Eu vou confessar que super usaria os looks acima se tivesse uma festa de Halloween pra ir - e se não tivesse nenhum interesse amoroso nessa festa. Porque vamos combinar, ir a uma festa vestida de Bellatrix Lestrange é super incorporar o "man repeller", hahah.

Mas se você quer admirar mesmo uma pessoa que investe pra caramba nos looks de Halloween, o nome que você procura é Heidi Klum. Todo ano é uma surpresa. Este ano, por exemplo, ela simplesmente resolveu ir de corpo humano sem pele.


Isso que é Halloween, o resto é bobagem.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

When Harry Left Hogwarts (ou o documentário mais esperado do ano)

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Fãs de Harry Potter que desidrataram nas sessões do último filme, em julho, podem começar produzir lágrimas de novo. Olha que coisa mais linda, mais amor, mais preciso-assistir-agora:


"When Harry Left Hogwarts" é o nome desse documentário produzido durante as filmagens de "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2". O objetivo é mostrar como os filmes afetaram profundamente as vidas de Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, e dos outros atores também. Além disso, o doc também mostra como funcionam as gravações de uma produção com tantos efeitos especiais.

"When Harry Left Hogwarts" ainda não tem data de estreia (apenas um irritante Coming Soon. Soon quando, amigos??), mas pra matar um pouquinho da saudade, boa notícia: a Warner já começou a trabalhar nos extras para o dvd do último filme, que também deve ser incluído naqueles boxes especiais, tão lindos e tão caros. Já foi até anunciado que, depois do dia 29 de dezembro, nenhum exemplar de nenhum filme será mais distribuído para as lojas do mundo todo. Ou seja, quem quiser comprar terá de esperar pelas novas versões (o que certamente vai valer muito a pena, né).

Por enquanto, tudo que a gente tem pra se consolar é este pequeno teaser de bastidores chamado "Dumbledore and Harry: A look back".


A volta dos (bruxos) que não foram, quem curte? :D

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Acho muito errado isso de a gente só ter férias uma ou duas vezes por ano. Tô precisando de umas agora, e aí, como lidar??

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Como uma coisa se torna coxinha?

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Eu vou começar esse post contando uma historinha meio desinteressante e até um pouco vergonhosa, mas eu prometo que tenho um ponto. Dia desses, estava eu preenchendo uma ficha quando me deparo com a seguinte pergunta: qual foi o último filme que você viu no cinema? Eu me senti meio mal porque percebi que faz MUITO tempo que não vou ao cinema, tanto que nem lembrava qual tinha sido o último filme que tinha visto e nem sabia o que estava em cartaz agora. Chegando em casa, fui fuçar no filmow pra me atualizar sobre o que estava sendo exibido nas telonas atualmente.

No filmow, eu descobri um filme que estreou agora, na verdade um documentário, chamado Rock Brasília - A Era de Ouro. Fiquei super com vontade de assistir, pensei em chamar amigos pra a gente combinar, mas então me lembrei que, entre os meus amigos, muitos não gostariam do tema por não gostar das bandas e outros tantos simplesmente as consideram uma coisa coxinha.


Ok. Respeito o gosto das pessoas, juro, mas eu queria só saber como foi que isso aconteceu, tipo, eu acordei um dia e o mundo tinha passado a considerar Legião Urbana coxinha, é isso? Daí foi que eu parei pra pensar sobre como e porquê uma coisa, uma música, um artista, se torna, aos olhos de um público mais crítico, um negócio coxinha.

Sempre vale lembrar que a popularização da expressão coxinha é um fenômeno recente (frase de trabalho acadêmico feelings), e eu não sei explicar da onde surgiu. Só sei que não tem uma definição certa da palavra, podendo ser aplicada a vários estereótipos (o @tiposdecoxinha dá um ótimo, ÓTIMO panorama disso). Nesse caso, eu estou usando coxinha no sentido mais disseminado, ou seja, para caracterizar algo/alguém sem noção, brega, babaca, de mau gosto. Quer dizer, nas próximas linhas, estarei sendo politicamente incorreta. Nem vou falar "não me julguem", porque já que eu tô falando o que quero, tenho que aceitar ouvir o que não quero se for o caso. Mas juro, de verdade, que escrevo sem a menooor maldade do coração, só com respeito mesmo - e uma dose de ironia e brincadeira porque né, a vida é muito curta pra ser levada tão a sério #frasesdeorkut.

Mas enfim, voltando ao Legião Urbana e o coxinismo. Eu cresci com a ideia de que Legião era a nata da música brasileira dos anos 80 e meio que de todos os tempos. Aos 11 anos, eu tinha fitas gravadas de discos da banda e as ouvia, repetidamente, no walkman. Eu usava camiseta do Legião Urbana. Quando saiu Mais Uma Vez, música até então inédita, em 2003, eu coloquei como toque de celular. Depois, o encantamento foi passando, e hoje eu acho que só tenho 2 músicas deles no Ipod. Mas, de qualquer jeito, continuo achando Legião top demais, com letras top demais e músicas top demais pra achar ok ver gente xingando no twitter e chamando de coxinha.

A banda já não está mais em atividade há muitos anos, logo não dá pra dizer que foi ela que criou essa reputação pra si mesma. Então, o que fez o Legião passar, pelo menos pra mim, de um exemplo de boa música no Brasil para uma banda querida, mas com uma imagem coxinha para os outros?

Foi o fato de as músícas terem sido banalizadas ao longo do tempo - tipo a orkutização de Por Enquanto ("o pra sempre sempre acaba" em depoimentos de amigos, quem nunca?)? Foi o fato de muitas bandas nada a ver resolverem fazer covers toscos - (tipo Gabriel Pensador no Criança Esperança com Pais e Filhos e todo o sentimentalismo do mundo)? Foi o fato de pessoas usarem as citações das letras de forma que a gente pegue uma lembrança ruim delas - tipo toda a vez que você ouve Geração Coca-Cola você lembra daquele seu amigo que nunca deve ter lido uma linha de uma reportagem de política na vida, mas achou ok citar a música pra comentar a morte do Kaddafi no Facebook? Sério gente, foi um desses motivos ou Renato Russo fez alguma coisa muito cagada antes de morrer que fez todo mundo torcer o nariz pra ele e eu não tô sabendo?

Ainda no assunto Rock Brasília, e o Dinho Ouro Preto? Eu tenho que fazer um parágrafo só sobre o Dinho Ouro Preto. Quando foi que ele se tornou esse babaca que todo mundo assume que ele é hoje? Foi quando o Adnet comecou a imitá-lo? Foi depois que ele usou uma camisa brilhante e terrível na gravação do acústico do Capital Inicial? Porque eu fui num show da banda em 2004 e de verdade, foi um dos shows que eu mais me diverti na minha vida. E me lembro de ele ter uma coluna sobre cultura na Capricho nessa mesma época que era muito legal. E nunca ouvi minha mãe comentando sobre como era irritante ele falar "e aí, moçadan" nos anos 80. Eu sei que o rock nacional tá em baixa (bem em baixa) no momento, mas a minha impressão é que o Dinho tá ainda mais em baixa. Ele virou tipo piada pronta.

Dinho: de fofinho a coxinha

Vai ver tudo isso é porque, a princípio, as produções culturais, sejam elas músicas, filmes, bandas, sei lá, não são coxinhas. É o modo como elas são apreciadas (ou não) e as reações que a gente observa em relação a elas que fazem com que criemos uma imagem mais ou menos coxinha.

Vou dar um exemplo fictício, mas que poderia acontecer: eu não acho Glee coxinha (isso não é fictício, haha). Eu assisto a série desde o começo, conheço a maioria das músicas coverizadas antes de irem ao ar, acompanho a carreira dos atores com uma proximidade saudável. Imaginemos que, daqui a pouco, mais gente começa a assistir também. Daí eu vejo gente (sobre quem talvez eu não tenha uma opinião muito elevada) postando fotos photoshopadas toscamente com letras de músicas ou quotes da série no facebook. Daí alguém faz um vídeo caseiro bizarro imitando a Lea Michele num dos musicais e vira hit no youtube. Daí uma produtora desconhecida sota uma nota dizendo que vai fazer a versão brasileira de Glee. Daí os fã-clubes promovem um twittaço pra mostrar o quanto eles acharam a nova música original incrível, tipo a nova Rolling in the Deep em termos de qualidade. Enfim, pouco a pouco, a superdivulgação, o fanatismo e outros elementos podem ir tornando a coisa cada vez mais babaquinha…eu sei que é um julgamento pesado, mas pode acontecer. São as consequências de ser parte da cultura pop.

Ao mesmo tempo, algo pode se tornar coxinha sem influência externa alguma. O caso do Dinho Ouro Preto é um exemplo. Eu nunca vi nenhum amigo postando uma homenagem brega a ele no orkut, nunca vi twittaço, video tosco na internet, fã cantando junto no programa do Faustão com lágrimas nos olhos (oi, fãs do Roupa Nova), nada disso. É o caso de a pessoa fazer sua própria (má) fama, independentemente. Também pode acontecer.

Mas o que eu acho mesmo é que, se não dá pra explicar direito, se não tem nenhuma blogueira idiota com uma tese ridícula sobre o assunto, então o melhor é não se importar mesmo e assumir o coxinismo dentro de cada um de nós. A verdade é que ser fã sempre foi, é e sempre será algo muito coxinha, e disso não dá pra escapar. Eu vou continuar curtindo Legião Urbana, achando a nata da música brasileira dos anos 80 e meio que de todos os tempos e vou continuar com vontade de assistir Rock Brasília de qualquer jeito. É preciso ama-aar as pessoas como se não houvesse coxinhas amanhã… ;)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

5 razões porque 2 Broke Girls é a melhor série da temporada

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Esse é um post com bastante opinião e não tenho certeza se com a mesma quantidade de senso crítico, mas sinceramente, não estou me importando muito. Depois de algumas semanas de muitas risadas e poucos comentários direcionados, achei que era meu dever vir aqui e falar sobre essa série amada que tem feito a minha alegria toda segunda-feira.

2 Broke Girls (já postei sobre aqui e aqui) estreou nesta Fall Season, e tá se saindo muito bem até agora - a audiência está alta e já foi confirmada para ter a temporada inteira, com 22 episódios. Estreia na Warner exatamente hoje, e eu acho que, se você ainda não começou a ver, essa é a sua grande chance. Para isso, faço questão de te dar cinco motivos (com o mínimo de spoiler possível, juro):

1- Boas piadas


É o básico. Pra ser uma boa comédia, tem que ter boas piadas. Eu acho que 2 Broke Girls gabarita nessa questão. São piadas fortes, suuuper ácidas, daquelas que fazem até o mais politicamente chato correto dar uma risada das boas. Max (Kat Dennings), uma das personagens principais, é a que tem sempre as melhores falas, as melhores sacadas de comédia humor negro. Um dia, quando tempo eu tiver, ainda faço um top 10 melhores quotes da Max.

2- Um toque de moda


Tendo como criador o cara por trás do sucesso da série e dos filmes de Sex and the City, Michael Patrick King, seria difícil 2 Broke Girls não ter um toque de moda, né. Não é que tenha a mesma pegada Carrie Bradshaw/Manolo Blahnik, mas em todo episódio as meninas arranjam uma brechinha pra falar de roupas. Detalhe: a personagem Caroline usa a MESMA roupa todo dia, haha. Destaque para quando as duas vão fazer compras em um tipo de brechó, ponto alto do fashionismo na série #vidabandida.

3- Referências de atualidades/cultura pop


Acho uma coisa linda de Deus quando filmes e séries fazem referências à cultura pop ou a assuntos atuais em evidência no mundo e na mídia. Por isso que eu tenho praticamente vontade de abraçar o computador quando estou assistindo a uma série e as personagens zoam hipsters. Ou zoam flash mobs. Ou cuidam de bebês chamados Brad e Angelina. Ou cantam juntas uma música que já foi trilha sonora de Glee. Não é pra chorar de felicidade pop? ;)

4- Boa química entre as atrizes


Nesse item, um elogio e uma crítica. A química entre a veterana e ótima Kat Dennings (Max) e a novata e igualmente ótima Beth Bers (Caroline) é realmente incrível. As duas estão perfeitas em seus papéis e interpretam as personagens com naturalidade, parece que elas fazem isso juntas há anos (uma coisa que não acontece, por exemplo, em Gossip Girl - cadê a química do Nate com, hmm, o resto dos personagens? :S).

Mas, sobre a relação entre as duas personagens, uma observação precisa ser feita: de vez em quando, as zoações e frases de desprezo de Max em relação a Caroline passam da linha do cômico para o cruel mesmo. É como dizia uma coluna que li há algum tempo sobre esse assunto: o humor não precisa vir sempre do infiltrado. Boa comédia também pode vir do inesperado. Por isso, seria lindo ver cenas mais carinhosas, tipo um abraço entre as duas recém amigas! Vamos acompanhar...

5- A boa e velha identificação


Nos Estados Unidos, dizem que a série tá fazendo sucesso por mostrar duas jovens sem dinheiro em um país em crise, situação pela qual muita gente passa em Nova York e em outras cidades de lá. Por aqui, acho que essa justificativa não se aplicaria muito, mas nem por isso a série se torna uma coisa totalmente distante da realidade. Super dá pra curtir e se identificar com alguns momentos. Tipo quando as duas cantam loucamente uma música guilty pleasure. Quem já não fez isso? E quem não conhece histórias (ou já foi protagonista delas) tipo o namorado que dá em cima da amiga, ou a amiga que faz cupcakes pra vender, enfim, momentos e situações clássicas de uma juventude sem dinheiro porém feliz. Que são facilmente encontradas em nossas vidas também. Só que na série elas vêm sempre acompanhadas daquele tom de comédia, que às vezes a gente tem tanta dificuldade de achar ;)

Se você ficou a fim de ver (ou já estava vendo e meu post não fez a menor diferença, mas tudo bem), 2 Broke Girls hoje, na Warner, às 20:30. :)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Halloween nas séries de TV

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Daí que o Halloween tá chegando. Adoro essa data, a não ser pela preguiça enorme que tenho de pessoas que todo ano fazem questão de mostrar sua antipatia ao dizer que essa é uma data totalmente americana e o Brasil se rebaixa ao tentar incorporar o negócio aqui.

Concordo que isso realmente não faz parte originalmente da nossa cultura, mas tenho plena certeza de que o Halloween pode proporcionar muito entretenimento pra nós aqui no hemisfério sul também. Vai dizer que, quando criança, você também não se divertiu se vestindo de abóbora (sim, eu fui uma criança gordinha e usei uma fantasia dessa. é um milagre eu não ter sofrido bullying) ou indo junto com a turma pedir doces ou travessuras na vizinhança?

Pra quem já cresceu, o Halloween continua a ser um ótimo divertimento. Só que dessa vez a gente tem que se voltar para as séries de TV e festas temáticas. Como a segunda opção é muito subjetiva (e também muito rara, pelo menos na minha vida social), vamos focar na primeira, haha. Todo ano, as séries fazem episódios de Halloween. Separei aqui alguns dos que eu me lembro e dos que mais gosto:

Friends - 8ª temporada, episódio 6


Não dá pra escolher o que é melhor: Rachel grávida querendo ser legal com as crianças (e obviamente não conseguindo), Phoebe dando em cima do namorado da irmã, Joey se vestindo de Chandler ou a queda de braço de Ross e Chandler. Mentira, dá pra escolher o que é melhor, sim: Chandler vestido de coelhinho rosa. Isso que é amor verdadeiro, amor eterno.

Cougar Town - 2ª temporada, episódio 6


Cougar Town é uma daquelas séries de comédia que eu geralmente assisto e não dou muita risada, só um risinho discreto em alguns pedaços. O que sustenta mesmo são os bons personagens. Mas no episódio de Halloween foi diferente. Dá pra rir MUITO, a trollagem entre os personagens é bem maior que o normal. E destaque também para as fantasias (Jules é o 'Look do Dia' do Halloween 2010, haha).

Glee - 2ª temporada, episódio 5


Já vou de cara dizendo que esse episódio não tem relevância alguma para essa temporada, nem para qualquer trama entre os personagens. Mas ainda assim é uma bela obra de entretenimento e cultura pop. O episódio de Halloween de Glee teve como tema central a homenagem à Rocky Horror Picture Show, o filme de terror/musical mais trash da historia. É claro que fazer um remake disso numa escola de ensino médio não funcionaria, mas os remakes das músicas funcionaram bem até demais (exemlo: Time Warp) :)

The Big Bang Theory - 1ª temporada, episódio 6


Que os meninos não tem o menor traquejo social e não lidam muito bem com eventos e festas em geral, é de se imaginar. Portanto, colocar os quatro dentro de uma festa de Halloween é uma ideia certeira pra fazer um episódio muito engraçado. Aliás, pra isso, nem precisa de muito. Só deixar Raj com fantasia de viking na tela já dá pra cobrir a cota de risadas do dia.

Agenda

Neste ano, os episódios de Halloween já confirmaram presença em algumas séries. Veja quais são elas, onde e quando dá pra assistir:

(todos os horários são dentro ao horário de verão pra quem for assistir ao vivo)
 The Middle, 26 de outubro, 22h
Suburgatory, 26 de outubro, 22:30
Modern Family, 26 de outubro, 23h


The Big Bang Theory, 27 de outubro, 22h
Parks and Recreation, 27 de outubro, 22:30
The Office, 27 de outubro, 23h


The Secret Circle, 27 de outubro, 23h
How I Met Your Mother, 31 de outubro, 22h
Mike & Molly, 31 de outubro, 23:30
House, 31 de outubro, 22h

Para assistir ao vivo, por streaming, indico esse site: www.tvpc.com (a sequência é chegar na home do site > clicar em live > encontrar do lado direito da página os canais dos Estados Unidos, e depois o canal em que a série tá passando > ser feliz :). Mas se você preferir baixar, tem uma infinidade de sites que facilitam o processo pra você (costumo usar o serieslider e o seriesfd). Bom Halloween - ou bom esquenta de Halloween - pra você também ;)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os novos Leonardo DiCaprio

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Dia desses, eu estava lendo um artigo muito interessante, sobre um desses assuntos completamente irrelevantes na vida cotidiana da gente, mas que super dá pra discutir e fazer várias reflexões a respeito.

O artigo (esse aqui) falava sobre o déficit de atores com até de 25 anos no mercado hollywoodiano. A tese era a seguinte: se te pedem pra pensar em atrizes jovens em destaque na mídia, você não teria dificuldade pra dar uma lista delas: Emma Stone, Emma Watson, Mia Wasikowska, Dakota Fanning, etc. Mas e se te pedem pra listar atores em destaque nessa mesma faixa etária…parece uma divisão de gênero bem mala, mas depois desse "exercício" não dá pra negar que as jovens atrizes têm se dado muito melhor em questão de fama e reconhecimento do que os jovens atores.

E se essa situação for comparada com o contexto de 10 anos atrás, o cenário parece ainda pior. Porque, depois de achar os tais atores (vou voltar nesse ponto daqui a pouco), é hora de ver o que eles já fizeram na vida pra merecer a fama. E aí que é difícil comparar o currículo dos atuais com o currículo de gente como Leonardo DiCaprio, que antes dos 25 já tinha sido indicado ao Oscar por Titanic e feito vários filmes, inclusive um de Woody Allen.

E aí, fica a questão: os bons atores jovens estão no mercado, sim, ou os filmes com papéis importantes para eles ficarão em stand by até a próxima geração?

Eu pessoalmente acho que tempos difíceis exigem soluções alternativas. Quer dizer, pode ser que não tenha mesmo um Leonardo DiCaprio agora, mas isso não quer dizer que não existam bons atores por aí dando sopa. Daí que eu escolhi 5 dos quais acho que podem ter futuro (ou mesmo presente) bem sucedido:


Por mim, Daniel Radcliffe seria aquela pessoa tipo café com leite, teria imunidade diplomática, poderia usar fila preferencial e todos os benefícios que a vida pode oferecer simplesmente por ter sido (e ser pra sempre) o Harry Potter. Por isso, também acho que ele super merece crédito como ator.

Por que ele merece destaque: eu realmente acho que Daniel Radcliffe é um bom ator, mas acho que ele vai ter que ser muito, muito bom pra conseguir fazer com que as pessoas o conheçam por outros personagens que vier a interpretar. E não se pode dizer que ele não tenta. Já fez peças, inclusive na Brodway, e filmes de terror e de guerra. Eu aposto nele e certamente vou acompanhar.


Daí você me fala, "mas Penn Badgley, ele nem é tão famoso!". E nem nunca teve graande destaque com algum trabalho ao longo da carreira, pelo contrário, ele costuma ser até um pouco coadjuvante. Mas é aí que eu defendo que talvez a sorte dele possa estar mudando..

Por que ele merece destaque: vou confessar que Penn Badgley é uma das minhas maiores celebrity crushes, hahaha. Porque ele tem beleza, mas tem também um ar blasé e uma voz grave que o diferenciam de outros atores que só tem a carinha bonita mesmo. Além disso, ele tem no currículo alguns bons trabalhos (pro meu gosto), como A Mentira e Todas Contra John. E seu primeiro grande protagonista vem aí: Penn interpreta o músico Jeff Buckley no filme que conta sua biografia. Quer dizer, se a gente ainda não ouve muito falar dele, acho que é apenas questão de tempo.


Escolha polêmica, mas enfim. Gostando você de Crepúsculo ou não (ou definitivamene não, tipo eu) não tem como negar que Robert Pattinson é um dos atores mais conhecidos hoje em dia e não podia ficar de fora de uma lista dessas. Mas é de se pensar: ele merece a fama que tem?

Por que ele merece destaque: porque eu não sou fã do trabalho dele na série Twilight, mas acredito que ele possa vir a fazer um bom trabalho em outros filmes. Como fez, por exemplo, em Harry Potter e o Cálice de Fogo e em Água para Elefantes, ambas grandes produções. Enfim, falando no popular, Robert Pattinson tá com a faca e o queijo na mão. E eu não subestimo a inteligência e o talento dele a ponto de achar que ele não vai saber aproveitar as oportunidades.


Shia Labeouf é um desses atores que no começo ninguém presta muita atenção. O rosto é comum, não chama muito a atenção, não se envolve em polêmicas e nem faz filmes adolescentes de sucesso. Mas, quando a gente vê, já tem mil filmes no currículo…e tem certo charme também, tô mentindo? hehe

Por que ele merece destaque: olha, porque pra eu conseguir assistir um filme como Transformers por mais de duas horas, é só pela atuação dele mesmo. Shia Labeouf sem dúvida atua muito bem, e isso pode ser comprovado em vários filmes de estilos totalmente diferentes que ele já fez, tipo Wall Street e Indiana Jones (ambos em suas versões mais novas). Tá claro que ele já é figurinha repetida para as grandes produções de Hollywood, né. Com razão.


Cuidado ao olhar para a foto aqui em cima, você corre sérios riscos de hipnotização. O cara é tão lindo, mas tão lindo, que não tem jeito de ele não ser o queridinho do cinema comercial. O que eu, pessoalmente, não faço objeção alguma ;]

Por que ele merece destaque: porque a beleza ajuda, sim, mas não é tudo. Parece que Zac sabe disso, porque basta observar sua atuação no primeiro High School Musical e sua atuações em filmes como Hairspray e 17 Outra Vez pra ver que rolou, sim, uma evolução. Se ele continuar nesse caminho e principalmente fazer boas escolhas de filmes (não ficar só nos água-com-acúcar é bem necessário), é possível que a gente continue a ver Zac Efron nas telonas nos próximos anos. Muito amor <3


Só queria ressaltar que super cogitei colocar aqui também dois nomes importantes dessa geração - Michael Cera e Chris Colfer - mas o fator "potencial galã" meio que pesou contra. O que não significa que ambos não tenham muuuito talento e que eu não seja fã.

E aí, você concorda que estamos em falta de bons jovens atores ou acha que o que tem pra hoje já tá muito bom? E lembra de algum outro nome que poderia se encaixar nesse perfil? :)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Essa é a vida que eu quis

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Tudo bem que o negócio vai ser só em abril do ano que vem, tudo bem que vai me custar mais do que eu poderia pagar racionalmente, tudo bem se eu não tiver companhia. Quando a gente fica sabendo que o a nossa banda preferida vem meesmo fazer show na nossa cidade, fica tudo bem <3

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

4 cantoras que podiam soltar mais a voz (e uma que podia baixar o volume)

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Se tem uma coisa que eu não entendo nessa vida é gente que não aproveita oportunidades. Sério, não dá raiva ver aquela pessoa que tem tudo e só reclama, ou aquela que é linda mas anda por aí toda desleixada, ou aquela que podia fazer mil coisas com o dinheiro que tem mas fica investindo em reality show?

Pois é, também não entendo quem desperdiça talento. O que mais tem nesse mundo são cantoras ótimas, com vozes ótimas, com caras ótimas, mas que, pra entrar no mercado pop, fazem músicas que não justificam o dom que Deus lhes deu. Ou então fazem músicas ate de qualidade, mas que não exploram suas capacidades vocais. Ou então fazem tudo certinho mesmo, mas ainda não foram valorizadas pela galere.

Daí que eu resolvi juntar toda a minha raiva interior (mentira, só estou dizendo isso pra deixar o post mais dramático), reuni aqui quatro cantoras que estão na minha lista negra, no meu rol de pessoas que podiam ser, deviam ser e até já são, mas precisam de um empurrãozinho a mais para se tornarem real e indiscutivelmente incríveis.

4 cantoras que podem soltar mais a voz...

1- Jessie J.


Desde o começo deste ano eu já apostava em Jessie J., porque a garota, além de ser linda e apostar num estilo que definitivamente chama a atenção, tem uma voz sensacional, uma coisa muito mais alto nível que Rihanna, Katy Perry e outras cantoras pop consagradas. O problema? Jessie insiste em lançar singles, com todo respeito (ou não), meio babaquinhas. "Price Tag", seu primeiro sucesso, é um ótimo exemplo disso. O resultado é que, enquanto as outras fazem muito mais sucesso com músicas de forte apelo, Jessie é apenas escalada pra cargos de menor importância, como ser "cantora de churrascaria" no VMA.

Ficadica: Apesar de musicas mais ou menos, Jessie manda bem nos clipes, o que é um ótimo chamariz. Mas o que eu acho que ela deve fazer mesmo é, literalmente, soltar a voz! Conheci o talento da moça por essa música, Sexy Silk (que na verdade eu nem sei se é dela ou se é cover, mas enfim). Fala se não é muito mais legal?


2. Eliza Doolitle


Também já falei desta cantora aqui no blog, e muito me orgulho de ter descoberto seu talento antes de ela vir ao Brasil semana passada e ficar mais conhecidinha. Aliás, achei sua performance no Altas Horas realmente ótima. Ao vivo, Eliza é ainda melhor, tem um vozeirão totalmente inesperado, um estilo muito, muito fofo e uma beleza que dói nos olhos da gente. Mas aí você se pergunta: se a pessoa é tudo isso, porque ainda não ficou irremediavelmente famosa?

Ficadica: Claro que a gente tem que levar em conta que vai ver a artista nem quer ser a nova princesinha do pop, vai ver ela quer se manter no pop-indie e ser feliz. Mas eu acho que um talento como o de Eliza podia ser mais divulgado, aparentar ser mais interessante pras pessoas. Com fazer isso? Sei lá, talvez com músicas que explorassem mais sua capacidade vocal, com investimento pesado em estilo e moda (duas coisas muito bem exploradas por Pixie Lott) ou quem sabe até com uma polemicazinha aqui ou ali, como bem vem a mostrar nossa colega aqui embaixo.

3. Lana Del Rey


Essa pessoa apareceu na mídia provavelmente há menos de dois meses, mas aparentemente só se fala nela. Lana Del Rey foi muito esperta em vários sentidos: 1) criar o melhor nome artístico que eu já vi (seu nome verdadeiro é Lizzy Grant), 2) ser linda (apesar de isso não ser exatamente mérito dela), 3) Ter um papai rico que banda sua escalada ao sucesso e ser envolvida em mil outras polêmicas (a Fê do Fake Doll explicou bastante todos os mistérios cercando a moça aqui) e, finalmente, escrever ótimas letras. Parece tudo perfeito, mas se é assim, porque ela já tem tantos haters espalhando a discórdia por aí?

Ficadica: Uns diriam que essa relação de amor e ódio do público (especialmente do público hipster) com Lana Del rey é um bom sinal, e eu até concordo. Mas, como eu também tenho uma certa implicânciazinha com este novo fenômeno musical, não posso deixar de comentar: porque Lana, que tem uma voz tão linda e grave, só canta nesse tom melancólico, super grave. Não rola subir um pouco o tom, só pra ver como fica? Outra coisa, eu entendo que os clipes caseiros têm seu charme, e coisa e tal, mas achei a apresentação de Lana ao vivo tão bonita que super acho que ela devia investir mais em sua própria divulgação. E esclarecer algumas das especulações a seu respeito também, que daqui a pouco já estarão enchendo o saco.

4. Ellie Goulding


Elie Goulding também foi uma das minhas apostas musicais pra esse ano, e fico feliz de ver os blogs de música e veículos de cultura gringos falando cada vez mais dela e divulgando seu trabalho. Quer dizer, eu ficava, né. Porque há tempos Ellie não divulga um som novo, não faz uma apresentação ou show que tenha destaque, ou mesmo um cover de sucesso como o que fez de Your Song, minha versão preferida da música. Sem julgamentos, mas vamos especular: seria um caso de bloqueio criativo? Ou é só preguiça mesmo?

Ficadica: Nem acho que Ellie Goulding precise se tornar super famosa agora, gosto da pegada mais desconhecidinha dela. Mas né, nenhum artista vive só de um single. Starry Eyed é de fato ótimo, tão bom que faz a gente querer mais, e querer ouvir mais músicas que explorem a voz fininha, estranhinha, mas super potente dela. É pedir muito?

E uma  que poderia diminuir um pouco o volume...

Kelly Clarkson

Não me levem a mal, eu simplesmente ADORO as músicas da Kelly Clarkson, acho que ela é uma cantora das mais talentosas, amo suas letras, seus tons bem altos são ótimos pra acompanhar num momento de odiozinho ou quando bate aquela vontade de cantar gritando quando a gente está no carro. O meu medo é que ela se torne apenas isso: uma cantora de músicas pra extravasar, sem nada além pra oferecer. Seu novo cd está cheio de singles, alguns mais calminhos, outros mais animados, mas todos com aquela voz estridente. vamos acompanhar... ;)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mash-ups de gente famosa

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Se você tem aquele problema de ver o rosto de alguém, achar que se parece com o de outra pessoa mas nunca lembrar exatamente de quem, ou se você está cansado de ver subcelebridades fazendo cospobre de gente que não tem nada a ver, calma, ainda há esperança.

Olha só que bonitas essas artes inspiradas em gente linda e famosa. Chamada "Iconatomy", a série traz cinco montagens de artistas que a gente (pelo menos eu) não imaginava que tinham alguma semelhança, mas, quando têm seus rostos misturados, parecem uma pessoa só. Veja você mesmo:






Vi no Retronaut

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O que não te mata te faz mais forte. Ou mais repetitivo.

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Eu até pensei em fazer desse video uma inspiração pra aqueles posts tipo filmes gêmeos, bandas gêmeas, mas achei melhor não. Porque esse exemplo ultrapassa todos os limites de inconsciente coletivo, coincidência ou semelhança. É pura falta de criatividade mesmo.

Nesse video, você poderá observar o incrível fenômeno de como váaarias músicas, do pop ao metal, têm em suas letras a mesmíssima frase: "what doesn't kill me makes me stronger", de Nietzsche.


Olha, parabéns aos envolvidos, reciclar taaaanto assim um lugar comum desses não deve ser fácil.

E parabéns também a Britney Spears, que tem uma música chamada Stronger mas consegue passar longe da "mensagem" de todas as outras dessa lista. (y)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Daily Metaltation

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Quando o dia está cinzento, as pessoas estão sendo desagradáveis, o trabalho/faculdade/escola está te trollando e nem um lanche do McDonalds ajuda te tirar do bode, uma arte colorida e bem-humorada sempre cai bem:







quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Quote nossa de cada dia

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Desguiltypleasurizando as músicas

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Outro dia, em algum lugar da internet, eu li um depoimento muito interessante. Uma moça comentava sobre guilty pleasures, aquelas coisas que a gente gosta mas se sente culpada porque a qualidade delas não é lá muito digna. Dizia ela que, se as pessoas de seu trabalho soubessem o que ela escuta nos fones de ouvido, com certeza não a respeitariam. Dizia também que mantinha pelo menos umas três músicas indefectíveis no ipod só pra não correr o risco de passar vergonha se alguém perguntasse "e aí, que música você tá ouvindo?".

Eu também não vivo sem fones de ouvido no trabalho e tenho muita música teoricamente vergonhosa no Ipod. Apesar de achar que ninguém tem nada a ver com a minha vida e com o que eu curto escutar, convenhamos que, em certas situações, tem alguns gostos que pegam meio mal, né :S

Se você se identifica com o caso, tenho o prazer de te informar que nossos problemas acabaram! Muitos artistas também curtem as músicas guilty pleasure e fizeram um favor pra gente: gravaram covers delas, que muitas vezes ficam irreconhecíveis da versão original (e mil vezes melhores). Tipo isso:

Baby One More Time - Britney Spears (versão de Bowling for Soup)



Adoro Britney, super canto "baby one more time" no karaokê e daí pra baixo. Mas a grande maioria das pessoas que convivem comigo não compartilham da mesma opinião. Então essa versão com pegada mais punk salva minha reputação. É a versão que os personagens de Sexta-Feira Muito Louca também assumem que curtem - e que é, de fato, muito boa :)

Say You'll Be There - Spice Girls (versão de Ben l'oncle Soul)



A versão original é das Spice Girls. Vou confessar que ainda prefiro o ritmo delas (pop anos 90, um beijo) e sabia até a coreografia do clipe. Mas esse cara, Ben l'oncle Soul, é sensacional. Ele também tem cover de White Stripes e Katy Perry e ótimas músicas em francês. Quer dizer, é um achado (e quem achou foi a Luiza).

Wherever You Will Go - The Calling (versão de Charlene Soraia)



Quem é que não cantou o refrão de Wherever You Will Go (mesmo na verdade pronunciando algo tipo whererydyusdjsdfu go) e suspirou pelos cabelos loiros de Alex Band lá nos idos de 2003, né, gente? Depois a banda diminuiu o ritmo, as pessoas passaram a não curtir mais e a música caiu nas garras do guilty pleasure. Até agora. Essa cantora, chamada Charlene Soraia (que tipo de pais dão um nome desse pra criança? tenho dó), deu um tom totalmente diferente e inesperado pra ela, fazendo a gente ter vontade de cantar junto de novo.

Baby - Justin Bieber (versão de Green River Ordinance)



Queria deixar bem claro que eu nunca tive essa música no Ipod e nem curto o pequeno JustEn. Mas acho que podemos concordar que, depois que se ouve a música pela primeira vez, já era, o refrão fica irremediável e irritantemente grudado em nossas cabeças, parabéns pra ele. Esse cover veio pra deixar a coisa bem menos pior. Até chegar no maldito refrão, parece que nem estamos falando da mesma música. E mesmo quando chega, dá pra curtir. Juro. Só Deus pode me julgar.

Baby Got Back - Sir Mix-A-Lot (versão de Jonathan Coulton)



Para os que curtem Friends, essa é a música de algumas das cenas mais legais de toda a série. E, como bom guilty pleasure que é, faz Ross e Rachel passarem vergonha, muita vergonha. A versão original não rola, mas a versão cover é de verdade muito boa. Isso se você tiver a capacidade de desconsiderar que a letra (como define Rachel, sobre mulheres com bundas gigantes) não combina em nada com o ritmo adaptado.

Hot in Here - Nelly (versão de Jenny Owen Youngs)





Um hip hop clássico que todo mundo se lembra, mas ninguém leva a sério. Quer dizer, ninguém levava. A versão cover é muito amor, gente. A cantora é uma dessas fofinhas, com voz fininha e meiga, que consegue deixar a música fofinha, fininha e meiga também (e isso é bom, juro). Ela conseguiu melhorar infinitamente uma música do Nelly. Só uma coisa: a música conseguiu passar pela aprovação, mas e o clipe? Alces azuis empalhados numa lareira dentro de um iglu cantando "i wanna get my clothes off"? Oi? Dorgas?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Marilyn Monroe e a cultura pop

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Queria começar esse texto falando que eu antes tinha essa convicção de que todo mundo, mesmo as pessoas mais indiscutivelmente lindas, têm um ângulo ruim. As pessoas normais têm vários, mas enfim, Um ângulo ruim numa foto é a prova de que mesmo os deuses e deusas da beleza também são seres humanos como eu e você. Mas, depois desse post, passei a duvidar dessa minha tese. Porque aparentemente Marilyn Monroe não tinha nenhum, nenhum ângulo ruim.

Talvez seja essa uma das grandes razões que fizeram dela esse mito de Hollywood. Isso e claro, as boas atuações em filmes, o talento também para cantar e o charme estonteante que faz com que, não importa o filme ou a foto que você veja dela, a impressão seja a mesma: Marilyn parece ser a pessoa mais adorável que o mundo já conheceu.

Mas isso é o que a gente entende dela, né. Semana passada saiu finalmente o trailer do filme que vai mostrar um pouco mais da Marilyn como pessoa, e não como personagem. "My Week With Marilyn" vai contar a história da semana que Marilyn passou na Inglaterra durante as filmagens de um filme, e como ela afetou a vida de pessoas com quem conviveu nesse período.


Daí que eu fiquei pensando, é impressão minha ou demorou pra fazerem um filme assim? Porque tem tanta biopic (se não sabe o que quer dizer esse termo, já expliquei aqui :) sobre músicos e tão pouca sobre atores e atrizes? Pra mim, assim como Audrey, a imagem de Marilyn também se tornou um verdadeiro ícone da cultura pop.

Os próprios ícones atuais da cultura pop podem provar isso. A quantidade de famosas que já beberam na fonte marilynística em seus looks não é pequena…

(montagens originais daqui)

Madonna é o maior exemplo disso. Inúmeras vezes ela se inspirou em Marilyn pra compor seu visual, as capas de seus discos e seus clipes.


Marilyn em cena de Os Homens Preferem as Loiras, Madonna no clipe de Material Girl e Lea Michele numa sessão de fotos especial para o episódio tributo a Madonna em Glee.


Três capas da Vogue inspiradas na loira: Michelle Williams, Lindsay Lohan e Rihanna

A galara do design e da pop-art também não se cansa de usar Marilyn como modelo para suas obras :)





"My Week With Marylin" chega aos cinemas nos EUA em novembro, mas aparentemente o amor da indústria de entretenimento por essa mulher é eterno ;)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Rockstars versão kids

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Dia das Crianças tá chegando aí, e se você, assim como eu, não vai ganhar nem tapinha nas costas, não se deprima. O post dessa sexta-feira foi feito especialmente pra encher seu coração de amor e de "oooown", hahaha.

Já postei aqui sobre rockstars em momentos de férias e em momentos em família. Hoje é o dia de mostrar como nossos ídolos da música eram quando criancinhas. Quando o único possível vício era a chupeta e tudo que eles deviam tocar era o terror em casa ;P

John Lennon antes e depois

Courtney Love antes e depois

Elton John antes e depois

Janis Joplin antes e depois
Mick Jagger antes e depois

Kurt Cobain antes e depois

Já pode pedir um desse mini Kurt de presente pro dia 12?? :)

(Dá pra ver mais fotos dessa série aqui)