terça-feira, 26 de junho de 2012

Arte com jujubas

Lembra quando você era criança, numa época antes desses papos de sustentabilidade, e tinha umas atividades na escola de "pintar" uns desenhos com grãos de feijão, milho, arroz, ervilha, cujo resultado no final era uma grande colagem com comidas? Não? Só a minha escola fazia a criançada trouxa desperdiçar alimento assim?

Bom, enfim, parece que tem gente que levou essa brincadeira de criança como é bom, como é bom pra vida adulta também. E o pior de tudo é que não tem como não achar que ficou muito legal.

A artista plástica Kristen Cummings criou uma série de releitura de quadros ou fotos famosas usando apenas jujubas, aquelas balinhas coloridas que todo mundo ama (ou quase todo mundo; eu vou confessar que sou muito mais team bala-de-goma). Ficou assim (clique para ampliar):






Arte: as gordinha pira.

terça-feira, 12 de junho de 2012

As demonstrações de amor nos filmes (e como elas seriam na vida real)

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Então. Hoje é dia 12 já, né. Eu costumava ser uma pessoa que gosta do Dia dos Namorados, que acha fofa toda essa coisa de amor - meio forçado pela publicidade, mas enfim - que fica no ar e tal. Mas esse ano não tá dando. Não entrei no clima. Não tô com estrutura emocional pra fazer post bonitinho e apaixonado. Tô achando toda essa vibe ~love is in the air~ dos últimos dias um grande incômodo, e nada agradável.

Enfim, esse pequeno desabafo estúpido foi só pra dar uma introduçãozinha e meio que justificar o teor de amargura deste post que você lê, hahaha. Porque vamos falar a verdade, pra quem tá solteiro, ou o Dia dos Namorados não tem muita importância ou é uma data muitas vezes (idiotamente, eu admito) que a gente se cobra/se culpa/se chateia por algo que a gente nem tem, né? Então por que não tentar rir um pouco da situação e enxergar a verdade onde os apaixonados não enxergam?

Se você tem uma imaginação mininamente fértil e tem nem que seja só um pouquinho de romantismo no coração, com certeza já assistiu um filme e já pensou ou desejou que alguma cena, alguma demonstração de afeto acontecesse na sua vida também. Só que, como você ja deve ter percebido ao longo dos anos, a vida nem sempre é igual aos filmes.

Daí que, baseada nessa teoria pessimista, pensei em cinco gestos de romantismo que fazem a gente se derreter nos filmes e como eles provavelmente seriam em nossa nada mole vida real (na minha, pelo menos).

A Conquista

Expectativa: um começo de relacionamento estilo Amélie Poulain. Ela vê a foto do cara, se apaixona à primeira vista e fica procurando por ele em Paris, seguindo os passos, espiando por trás das paredes, até conseguir superar sua timidez e ficar de vez com o amor ex-platônico :)


Realidade: se você fizer a Amélie Poulain na vida real, além de assustar e não conseguir pegar o bofe, sabe do que a sociedade vai te chamar? Stalker. Audrey Tatou fazendo isso em Paris nos anos 1990 = fofo. Você fazendo isso no Brasil hoje = medo. Simples assim.

A Serenata

Expectativa: não vou nem falar do que aquele lindo do Heath Ledger faz em 10 Coisas que Eu Odeio em Você que isso é covardia. Mas em Digam O Que Quiserem, Lloyd, personagem perfeito do John Cusack, vai até a janela da menina que ele ama e a acorda com a música que ela mais gosta, tocada diretamente de seu radião de pilha dos anos 1980 <3


Realidade: Sabe aquele carro de "loucuras de amor", a definição perfeita da palavra brega, com um cara que força voz de locutor sedutor de rádio e canta - quer dizer, desafina - um "Como É Grande O Meu Amor Por Você" ou qualquer outro clichê do Roberto Carlos? Então, em grande parte dos casos de amor, essa é a serenata e esse é o John Cusack da vida real.

O Presente

Expectativa: no fim de O Clube dos Cinco, para mostrar que ele a conquistou, Claire (Molly Ringwald) dá a John (Judd Nelson) o bem que ela tem de mais valioso: seu brinquinho de diamante. E em Vida de Solteiro, Linda (Kyra Sedwick) dá ao peguete que vai embora do país o controle de sua garagem. Para que ele sempre tenha abrigo quando voltar à cidade.


Realidade: nem precisa sair do filme. Ainda em Vida de Solteiro, Linda descobre que o peguete não foi embora do país coisa nenhuma; está bem perto dela, na mesma balada, pegando uma biscatinha qualquer. E tem que comprar outro controle pra garagem depois, óbvio. Outro exemplo de troca de presentes fail: em Friends, quando Monica e Chandler decidem dar presentes pessoais e feitos por eles mesmos no Dia dos Namorados, o resultado é que Monica dá a Chandler uma meia (feita por Phoebe) e Chandler dá a Monica uma mixtape (feita para ele por Janice, sua ex).

O Poema

Expectativa: com um romance um pouquinho conturbado, Katharina, de 10 Coisas que eu Odeio em Você escreve um poema colocando pra fora tudo que ela odeia em Patrick - só para, no final, confessar que, na verdade, o que ela sente mesmo por ele não tem nada de ódio.


Realidade: alguém ainda faz poemas hoje? :S

O Reencontro

Expectativa: em Harry e Sally, eles começam como amigos, ficam grandes amigos, ficam, ficam confusos e se afastam. Até que, na noite de ano novo, Harry percebe o quanto realmente ama Sally e quer ficar com ela, e então sai correndo pelas ruas de Nova York até encontrar a festa em que ela estava e não se separar nunca mais da mulher amada.


Realidade: uma situação dessas até pode acontecer, vai. Mas é sempre bom lembrar que, em noites de ano novo, feriados prolongados ou mesmo qualquer fim de semana em que o boy está solto e distante, há grandes chances de ele ocupar o coração e o corpinho com: 1) bons drink 2) outra(s) menina(s), jogando a relação de vocês no lixo mais próximo. Foi meio isso que aconteceu com Carrie e Mr. Big em Sex and the City. Foi só ele sair de Nova York na segunda temporada para achar uma outra garota (simplezinha, nada a ver, by the way) e deixar Carrie numa pior num desses reencontros from hell.


Óbvio que tudo que eu escrevi acima funciona melhor se lido com uma boa dose de bom-humor e outra dose de relevância do meu recalque. É meu jeitinho, só por hoje. No fundo, eu sei, você sabe, que quando a gente sente amor, de verdade, não é igual aos filmes. É muito melhor. Feliz Dia dos Namorados =)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O antes e depois dos ídolos das boy bands

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Eu juro que tentei fugir disso na minha vida. Passava por cima das notícias sobre eles no reader, ignorava quando ouvia algum trechinho de música deles no rádio/na internet, fazia a blasé e respondia algo tipo "nunca ouvi falar" quando alguém comentava sobre eles. Mas chega uma hora em que fingir que não sabe (ou não saber mesmo) sobre determinado assunto não te faz mais cool, te faz só mais desinformado. Então, vamos lá: vamos falar das novas boy bands.

Quer dizer, mais ou menos. Meio que eu já falei de umas 'boy bands' do momento aqui, mas hoje meu foco são outras: One Direction e The Wanted. Não sei de onde esses meninos surgiram, não sei qual foi o empresário maluco que resolveu, de uma hora pra outra, que era uma boa ideia reviver esse negócio de banda pop com meninos bonitinhos, mas sei que o negócio parece estar dando certo. Eles já estão fazendo shows em eventos importantes nos Estados Unidos, já estão saindo na capa da Capricho e o pior: já estão me deixando com suas músicas viciantes grudadas na cabeça.

 

"...but when you smile at the ground, it ain't hard to tell, you don't know-o-ow, you don't know you're beautiful" Vou confessar que a menina de 15 anos que ainda vive dentro de mim ia se derreter se ouvisse um menininho cantando isso pra ela. Sou carente? (x) sim (x) claro (x) vai se tratar

Eu não vejo problema algum no sucesso dessas bandas (claro que a qualidade da música é questionável, mas eu tenho mais o que fazer do que ficar questionando, certo?) e nem julgo as menininhas que gostam dos integrantes delas (afinal, aqui fala uma pessoa que gostava de ~Felipe Dylon~, vou julgar quem nessa vida, né, gente). Meu único alerta é que esses garotinhos de boy bands podem parecer umas coisinhas lindas hoje, mas, quando crescem, têm grandes chances de perder toda essa beleza e encantamento que Deus lhes deu e decepcionar suas fãs. Duvida? Então olha isso (cuidado, imagens fortes):

 De gatinho de boy band a todo estragado


E eu apresento a vocês a Vinnyzação do Nick Carter! Tudo bem que desde os Backstreet Boys ele já tinha um gosto duvidoso pra corte de cabelo, mas a pessoa que é dona dessa carinha de bebê e desses olhos verdes precisava errar tanto na vida a ponto de ficar a cara do Vinny (do Heloísa, Mexe a Cadeira)?? Minha suspeita pra esse desastre visual todo: dorgas. Muito triste se for isso mesmo #porraNick

De gatinho de boy band a pai de família


Taylor Hanson, que até outro dia tinha 13 anos e parecia uma menina, hoje, aos 29, é casado e tem quatro filhinhos! Nada contra essa conduta de vida e tudo bem que ele e os irmãos até que continuam se dedicando à carreira (e o estilinho dele melhorou muito), mas que fã aguenta, sem se abalar, a notícia que seu ídolo de infância já está esperando o quinto filho?? Eu acho que a gente devia fazer uma vaquinha e comprar uma televisão pra casa do Taylor, porque né...

De gatinho de boy band a presidiário (e escritor, ou seja, meio que não saiu da vida bandida :P)


Quem não se lembra de quando as boy bands estavam bombando lá fora e os empresários brasileiros espertchinhos resolveram ganhar um dinheiro em cima disso também? Foi nesse contexto que surgiu o glorioso Twister, com aquela música (mentira, aquela POESIA, risos) chamada Quarenta Graus. O vocalista, Sander Mecca, era um dos grandes enlouquecedores de fãs adolescentes do país, até que, cataploft, foi preso por porte de drogas (tornando-se, consequentemente, o maior boy lixo do país). Mas, depois de um ano e oito meses na cadeia, Sander saiu, formou uma nova banda (que nem eu, nem você, nem ninguém de respeito ouviu falar) e escreveu um livro, estilo "Memórias do Cárcere". Que também ninguém leu.

De gatinho de boy band a amigo gay


Imagina você ser apaixonada por um cantor de boy band, ficar se iludindo com as dancinhas e olhares sexy dele, pra num belo dia o limdo anunciar pro mundo todo que na verdade gosta da mesma fruta que você. Foi isso que fez o Mark do Westlife. Tudo bem que não dá pra colocar a mão no fogo por nenhum menininho desses, mas né. Seria mais bacana assumir a preferência sexual desde o começo. A gente já se ilude demais com os boys heteros, não precisamos nos iludir com os gays também #ficadica.

De gatinho de boy band a tiozão coxinha


Vamos analisar o curioso caso de Donnie Wahlberg, do New Kids on the Block. Como membro dessa que foi/é a boy band original, fazia sentido ele ter todo aquele estilo bizarro porém tendência nos anos 80/90. O que não faz sentido é, nos anos 2010, com mais de quarenta anos, ele querer manter o mesmo estilo, a mesma atitude! Abandonou a bandana (provavelmente porque achou que era so last season, so Axl Rose-quando ainda-era-pegável), mas ~atualizou o look~ com chapéu panamá e boné e acha que tá ahazando!! Desculpa, me chamem de antiquada aí, mas isso pra mim é coisa de tiozão que não se conforma que o tempo passou, é coxinisse, é coisa de quem não tem noção.

De gatinho de boy band a famoso quem?


Porque eu acho que, no fim, esse deve ser o maior temor das fãs e principalmente dos ídolos: sair de uma atmosfera de fama e estrelato pra voltar a ser um zé ninguém. Olha só o Matheus do Br'oz, que dó. O cara tá com um look muuuuuito melhor do que exibia em seus tempos de "Prometida", até casou com a Patricia do Rouge. Mas vamos falar a verdade, quem é Matheus na noite hoje, né? Por isso que não adianta ser só um rostinho bonito cantando e dançando no palco. Se não conseguir emplacar bons trabalhos na carreira, não dá pra se sustentar com as meia dúzia de fãs sem filtro que sobram =/

De gatinho de boy band a boy magia eterno em nossos corações <3


Pra não dar essa ideia de que o mundo está perdido, um consolo: Justin Timberlake. Ele não só ainda existe no mundo artístico, como ator ou como cantor vez ou outra (e mandando sempre bem, eu acho), como tá cada dia absurdamente mais lindo, mais irresistível, mais exemplo pra esses menininhos das boy bands atuais que querem ser alguma coisa quando crescerem.

Eu não sei se o resumo desse post tá mais pra "seria cômico se não fosse trágico" ou "seria trágico se não fosse cômico". Mas né, ficadica pra galerinha do One Direction e The Wanted se inspirar com os erros de deus antecessores e pras fãs deles não criarem tanta expectativa em cima dos garotos. Ó aí o que pode dar... ;P


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quatro amigas e muita cultura pop

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Parece que passou uma eternidade desde a última vez que eu postei aqui! E é impressionante às vezes como, em um tempo não tão grande, coisa de nem um mês, tanta coisa pode acontecer. Não, minha vida não mudou totalmente do último post pra cá, mas alguns fatores tiveram um papel importante na minha - hoje assumidamente desleixada - frequência de posts. Por exemplo, o que estive fazendo mais ou menos nesse primeiro semestre todo, com mais intensidade nos últimos dois meses: trabalhando (muito), TCCiando (menos do que deveria), me esforçando pra ter uma vida social (e não deixar que as minhas relações caiam num nível de bizarro além do aceitável) e me viciando em uma nova e sensacional série: Girls.

Já falei de Girls aqui muito brevemente, mas não tô conseguindo conter o meu amor por essa trama e essas personagens. Dizem que é o Sex and the City atual das meninas de 20 e poucos anos, mas, além de não ser bem isso, vai muito além disso. Girls é mais uma versão genial e assustadoramente real de como a vida pode ser bem difícil e também inegavelmente divertida quando se é jovem (tem uma expressão em inglês que descreve essa característica da juventude perfeitamente: bittersweet - numa tradução literal, meio amargo meio doce).

E óbvio que o ponto central da série são as quatro amigas. É legal observar também que essa combinação - quatro garotas, com personalidades diferentes e uma grande amizade em comum - é um ótimo chamariz e já funcionou em vários filmes antes. E já que eu tô num momento tão amor por Girls, não podia deixar de falar delas e dos outros melhores grupos de amigas da ficção, né?


As meninas de Girls: A protagonista, Hannah, cabe linda e exatamente naquele conceito de anti-heroína: não é tão bonita e nem faz questão de se arrumar muito e o principal: faz tudo errado. Das amizades aos pseudo-empregos, da família ao relacionamento com o boy mais lixo de todos os tempos, Hannah até se esforça, mas olha, se tem alguém que pode usar a expressão "não está sendo fácil" com propriedade, é ela.

As outras três são: Jessa, britânica, descoladíssima, que parece viver sem se importar com nada e curtindo ao máximo sem preconceitos ou julgamentos; Shoshanna, a mais menininha, inocente, virgem e super preocupada e carinhosa com as amigue - e também a personagem com o melhor nome e os melhores gifs da história; e Marnie, a mais "normal", mais racional (até a página 2), mais simples em suas atitudes e raciocínios (todo mundo tem uma amiga Marnie e/ou um pouquinho de Marnie dentro de si).

Nível de amizade: Não é sempre que elas se entendem ou concordam com o que a outra faz/pensa, sendo que algumas briguinhas rolam aqui e ali, mas, em geral, as meninas de Girls estão não pecam por falta de companheirismo, e estão sempre presentes na vida umas das outras.

Momento "amigas pra valer": quando descobre que seu ex-namorado é gay e que seu atual peguete lhe passou hpv, Hannah, um tanto puta com a vida, resolve meio que jogar tudo pro alto e dançar loucamente no quarto, com a companhia da roommate Marnie, numa cena genial de tão fofa e verossímil - porque, cá entre nós, quem nunca, né (dançou loucamente no quarto, isso que eu quis dizer, haha)? (a música em questão é a ótima Dancing on My Own, da Robyn).



As meninas de Heathers e Meninas Malvadas: Das quatro protagonistas do filme "Atração Fatal", três se chamam Heather. Duas são loiras e a outra é morena, sendo que uma das loiras é a cabeça do grupo, enquanto as outras apenas seguem seus mandamentos se inspiram em seu jeito bitch de ser. Achou familiar? Pois é, a trama de Meninas Malvadas segue basicamente esse mesmíssimo esquema: tem as três garotas mais populares da escola, duas loiras e uma morena, com Regina George (Rachel McAdams) como menina malvada mor.

E o quarto membro desses grupinhos? Em Heathers, a quarta amiga é Veronica (Winona Ryder), que odeia as amigas e bola planos para matá-las. Já em Meninas Malvadas, quem fecha o esquema é Cady (Lindsay Lohan), que, numa versão menos macabra de vingança, quer apenas destruir a panelinha das populares.

Nível de amizade: abaixo de zero, obviamente. Se você quer aprender "o que não fazer com as suas amigas", tá fácil, só assistir Heathers ou Meninas Malvadas.

Momento "amigas pra valer" - só que não: a cena em que as quatro de Meninas Malvadas fofocam e falam mal umas das outras pelo telefone, simultaneamente, é simplesmente épica.



As meninas de Quatro Amigas e um Jeans Viajante: um clássico das produções água com açúcar adolescentes, QAEUJV (pior abreviação ever, foi mal) é bem melhor nos livros, mas o filme também não é ruim, com ótimas atuações nos papéis principais (com uma ressalva pra Blake Lively, que só sabia fazer a Serena van der Woodsen até antes de se tornar Serena van der Woodsen)

São elas: Carmen (America Ferrera), gordinha de auto-estima baixa que curte escrever e é meio que uma mãezona para as amigas; Lena (Alexis Bledel), linda e tímica, que tem dificuldades na vida social; Tibby (Amber Tamblyn), rebelde e meio revoltada, mas depois se vê que seu mau humor constante é só fachada; e Bridget (Blake Lively), exuberante e super desencanada, quer mais é curtir a vida adoidada sem pensar nas consequências.

Nível de amizade: o maior possível. As meninas se conhecem desde que nasceram e não se desgrudam nem quando passam as férias cada uma em um país diferente <3.

Outras produções de entretenimento menininha que mostram grupos de amigas que a gente ama: Pretty Little Liars, Agora e Sempre, Febre de Juventude e, obviamente, as embaixadoras desse gênero, Sex and the City.

Já pode voltar a ser adolescente, reuniar as amigas e ficar brincando de qual das garotas desse grupo cada uma parece mais? :)